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Quinta-  feira,  17 de setembro
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor  deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso. 
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.


Editor: Jorge Wahl.  Digital: Tom Cândido.
 

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Menos 16% de

ofertas em agosto

                  

 Debêntures continuaram se destacando,

mas FIDCs tiveram o maior crescimento

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O mercado de capitais movimentou R$ 48,8 bilhões em ofertas encerradas em agosto, volume 16% abaixo dos R$ 58 bilhões observados no mesmo mês de 2025, segundo dados da Anbima  . As debêntures seguiram como principal instrumento de captação no período, enquanto os FIDCs  mais que dobraram de volume em relação a julho.

 

No acumulado do ano, as emissões domésticas somaram aproximadamente R$ 485 bilhões, alta de 7,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

"Embora as debêntures continuem liderando as emissões, agosto reforçou uma mudança na composição das captações, com instrumentos ligados a recebíveis ganhando participação e ajudando a sustentar a atividade do mercado. 

As debêntures continuaram liderando, com R$ 21,5 bilhões em emissões encerradas no mês. Apesar da redução de 35,2% em relação ao volume observado em julho, o instrumento manteve posição de destaque e respondeu por 44,1% das captações realizadas em agosto.

O principal destaque do período veio dos FIDCs, que movimentaram aproximadamente R$ 14,5 bilhões em emissões, o segundo maior resultado mensal do instrumento em 2026. O volume cresceu 116% em relação aos R$ 6,7 bilhões de julho e 146,3% na comparação com os R$ 5,9 bilhões registrados em agosto do ano passado. No acumulado do ano, as captações desse instrumento já superam R$ 74 bilhões.

Isso significa que os FIDCs vêm consolidando seu espaço como uma alternativa relevante de financiamento. Em um cenário de maior seletividade no crédito, instrumentos lastreados em recebíveis permitem adequar melhor prazos, garantias e fluxos de pagamento às necessidades das empresas. 

Com Selic em 13,75% Brasil continua

tendo o maior juro real do Mundo

O Banco Central reduziu a taxa básica de juros Selic em 0,25 ponto percentual pela quinta vez consecutiva nesta quarta-feira (16), a 13,75% ao ano. A decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) foi linha com o esperado pelo mercado e foi unânime.

No comunicado que acompanha a decisão, o Comitê destacou ter deixado os próximos passos em aberto ao afirmar que o atual cenário de incerteza demanda serenidade e cautela na condução da política monetária.

Com isso o Brasil voltou a liderar o ranking de maior juro real do mundo, com  a Rússia em segundo lugar, seguido por Colômbia, em terceiro, e Turquia, em quarto, sendo que o cálculo desse ranking  considera a taxa básica de juros e exclui a inflação projetada para os próximos 12 meses.

Pela metodologia, o juro real do Brasil é de 8,45%.

Fontes:  Anbima  +  Valor  +  Infomoney  +

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TJ autoriza EFPC a cessar pagamento de verbas incorporadas a benefícios sem prévio custeio  

OBA

Pelo placar de 9 votos a 5 a Corte Especial do  STJ julgou favoravelmente ao  recurso especial  da Fundação Banrisul de Seguridade Social e assim permite que a entidade suspenda o pagamento de verbas indenizatórias incorporadas a benefícios.

E isso porque a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça concluiu  o julgamento do REsp 2.166.724/RS, de relatoria da Ministra Nancy Andrighi, e decidiu que as teses fixadas em recursos especiais repetitivos constituem alteração no estado de direito, apta a autorizar a revisão da coisa julgada nas relações jurídicas de trato continuado. Algo feito com base no Art. 505, I, do Código de Processo Civil.

Cabendo lembrar que as entidades fechadas foram bastante oneradas no passado com o pagamento de verbas indenizatórias, concedidas apenas para os participantes ativos por meio de instrumentos coletivos de trabalho. São exemplos dessas verbas o “auxílio cesta-alimentação”, o “abono único” e o “abono de dedicação integral”. Valendo recordar ainda que oi Poder Judiciário permitia a incorporação dessas verbas aos benefícios sem observar os termos dos regulamentos dos planos e sem que tivesse havido o prévio custeio, em flagrante desrespeito ao contrato previdenciário e ao regime de capitalização. Essa jurisprudência vigorou por mais de uma década.

 

O STJ, então, ao afetar a temática a recurso repetitivo, revisou sua jurisprudência anterior e concluiu que não era possível a concessão de verbas não previstas nos regulamentos dos planos de benefícios, pois a previdência complementar tem por pilar o sistema de capitalização, que pressupõe a acumulação de reservas para assegurar o pagamento dos benefícios contratados. A concessão de verbas para as quais não foi observado o prévio custeio inviabiliza a manutenção do equilíbrio financeiro e atuarial dos planos de benefícios, em prejuízo ao conjunto dos demais participantes e assistidos.

No entanto, quando essas teses foram firmadas já havia muitas decisões transitadas em julgado impondo a incorporação, de modo que várias EFPC seguiam pagando mensalmente a um grande número de assistidos, com a formação de um passivo de grandes proporções, que desequilibra e compromete a solvência de alguns planos. Era esse o nó que a Corte Especial desatou. Saiba mais lendo a matéria na íntegra em  STJ autoriza EFPC a cessar pagamento de verbas incorporadas a benefícios sem prévio custeio   – Blog Abrapp Em Foco​​

oba

Fontes:  Blog Abrapp em  Foco  +

Número de centenários no Japão passa dos 100 mil

OBA

O número de pessoas com 100 anos ou mais no Japão ultrapassou pela primeira vez a marca de 100 mil, segundo dados divulgados ontem (16) pelo governo japonês. O total de centenários aumentou em 7.914 em comáração a 2025, chegando a 107.677 agora, quando se vive o 56º ano consecutivo de crescimento da longevidade.

 

Quando esses dados começaram a ser compilados, em 1963, havia 153 centenários no Japão.

 

A taxa de centenários por 100 mil habitantes atingiu 87,51, de acordo com o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do país. 

A grande maioria dos centenários (94.298) são mulheres,  nada menos de 88% do total. As pessoas mais velhas do país por gênero são Fuyo Kishimoto, uma mulher de 114 anos residente de Kyoto, e Hikaru Kato, um homem de 112 anos da província de Kumamoto.

oba

Fontes:  Deutsche Welle +

Brasileiro está pessimista com a sua aposentadoria mas não poupa

OBA

Apoiado em pesquisa da Datafolha mandada fazer pela Fenaprevi, seu Presidente Edson Franco afirmou ontem em evento que a  preocupação dos brasileiros com a perda de renda provocada por doença, invalidez, morte ou outros imprevistos voltou aos níveis em que se encontravam durante a pandemia, mas nem por isso as pessoas estão se protegendo financeiramente mais desses riscos. Uma grande variedade de canais de mídia trazem o assunto nesta quinta-feira.

A maior causa desses descompasso a seu ver seria a falta de educação financeira e não apenas a renda eventualmente insuficiente. Nesse sentido citou vários números fornecidos pela pesquisa, entre os quais o fato de 20% admitirem apostar online, mas apenas 13% fazerem seguro de vida e 8% terem plano de previdência privada.

No tocante mais especificamente ao tema previdência, a pesquisa indica que a maioria (59%) dos trabalhadores brasileiros quer se aposentar até os 60 anos, mas apenas 28% acreditam que vão conseguir alcançar esse objetivo. Os dados são da quarta edição da pesquisa “Percepção dos Brasileiros sobre Proteção e Planejamento”, realizada pelo Datafolha a pedido da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), divulgada nesta quarta-feira (16).

O levantamento, aponta que 32% dos trabalhadores estimam que só vão se aposentar a partir dos 61 anos. Outros 11% acreditam que nunca conseguirão parar de trabalhar e 12% declararam não ter a intenção de se aposentar.

A perspectiva é acentuada pela fragilidade do planejamento financeiro e pela alta dependência da Previdência Social (INSS). Aproximadamente 65% dos entrevistados não têm noção de quanto vão receber de aposentadoria pelo INSS, e 53% estimam que devem ganhar cerca de um salário mínimo. Entre os respondentes que já estão aposentados, o INSS é a principal fonte de sustento para 92% deles.

Ainda, a pesquisa mostra que 56% dos entrevistados que pretendem contar com o INSS acreditam que terão de cortar gastos para se manter, 25% esperam preservar o modo de vida atual e 16% acham que não terão como se sustentar ou passarão por dificuldades.

Umas das fontes de informação tirou da pesquisa que a população brasileira está cada vez mais descrente da possibilidade de se aposentar: apenas 28% dizem que conseguirão se aposentar aos 60 anos. Já 11% acreditam que nunca conseguirão parar de trabalhar.

As matérias podem ser lidas na íntegra em

Preocupação com perda de renda voltou ao nível da pandemia, diz Fenaprevi | Finanças | Valor Econômico

Apenas 28% dos brasileiros acreditam vão se aposentar até os 60 anos, diz Fenaprevi

Pesquisa mostra que maioria dos brasileiros sonha em se aposentar até os 60 anos – Noticias R7

Brasileiro vê aposentadoria com descrença e 11% consideram que nunca vão se aposentar

Releases | CNseg

Fontes:  Valor +  Fenaprevi  + Record +  O Estado de S. Paulo  +

Internet quântica não será apenas mais rápida

OBA

Quando se fala em internet quântica, diz hoje site especializado, todos pensam em geral em uma versão ultrarrápida, mas na verdade não é isso que se deve esperar de principal . Pelo que afirmam os especialistas, o maior avanço deverá ser em termos de uma maior integração, tornando a rede capaz de transportar estados quânticos entre computadores, sensores e servidores distantes.

Em julho último fez-se um teste mais hostil possível. Pesquisadores da Northwestern University fizeram fótons emaranhados atravessarem 24,4 km de fibra entre o campus de Evanston e o centro de Chicago, no mesmo cabo entupido de tráfego comercial. Autor sênior do estudo, o físico Prem Kumar, comparou o sinal quântico a uma formiga atravessando um caminho invadido por elefantes. A criaturinha chegou inteira: o emaranhamento sobreviveu com mais de 94% de fidelidade. A matéria pode ser lida na íntegra em  Internet quântica: o que é e por que pode mudar a comunicação? - Estadão

Meta lança planos com novos

benefícios para as empresas

no Whatsapp, Instagram e Facebook

A Meta oficializou nesta terça-feira (15) o lançamento do Meta One no Brasil. O plano de assinatura libera recursos extras para empresas, criadores de conteúdo e  usuários no Instagram,  WhatsApp e  Facebook. O serviço oferece diferentes opções de planos, com os valores começando em R$ 32 e chegando a R$ 1.999 na opção mais cara.

A Meta diz que os assinantes de todos os planos empresariais também terão acesso, 24 horas por dia, 7 dias por semana, ao Meta Business Agent no Messenger, um agente de IA "projetado para ajudar as empresas a melhorar e automatizar partes das conversas com os clientes".

A partir do One Avançado, os assinantes podem programar a publicação de reels e posts com até um ano de antecedência. Também é possível programar as publicações para os horários em que o público estiver mais ativo no Facebook. A matéria pode ser lida na íntegra em  Meta One: Assinatura do Instagram e WhatsApp custa até R$ 2 mil | G1

oba

Fontes:  Tec  Mundo  +  G1 Tecnologia +

Operadoras de planos  de saúde sofrem queda de 11%  no resultado operacional e de 12% no lucro líquido

OBA

Informou ontem a ANS terem as operadoras de planos de saúde médico-hospitalares registrado lucro líquido de R$ 10,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, o que significou declínio de 12% em comparação ao mesmo período do ano passado.

Por sua vez o resultado operacional sofreu uma queda de 11%, ficando em R$ 5,6 bilhões. Os assinantes podem ler a matéria na íntegra em Planos de saúde têm lucro de R$ 10,9 bi no 2º tri de 2026 - 16/09/2026 - Negócios - C-Level

oba

Fontes:  Folha de S. Paulo

Economistas projetam Selic em 12,25% no final de 2027

 

16/09   -   O Grupo Consultivo Macroeconômico da Anbima, composto por economistas das instituições financeiras associadas,  projeta queda de 0,25 ponto percentual da taxa Selic, para 13,75%, na reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) desta semana. 

Segundo Fernando Honorato, coordenador do grupo, a recente redução no ritmo da atividade econômica, combinada com uma trajetória mais moderada de inflação, abre espaço para o Banco Central reduzir a taxa básica de juros. A projeção para a inflação em 2026, medida pelo IPCA, caiu de 5,1% para 5%.  

Após o corte de setembro, o grupo espera que a Selic permaneça em 13,75% até dezembro deste ano. Já para o fim de 2027, a estimativa é que a taxa caia para 12,25%. “Os juros devem seguir elevados por mais tempo, diante de riscos inflacionários derivados dos preços do petróleo, dos efeitos do El Niño sobre as commodities agrícolas e dos impactos da política fiscal e parafiscal, que contribuem para a resiliência da inflação”, avalia Honorato.  

 

A taxa de câmbio deve encerrar 2026 em R$ 5,20, mesmo patamar da estimativa da reunião anterior. A projeção leva em conta um contexto global que segue desafiador. “A combinação de juros externos mais altos, petróleo mais caro e investimentos em inteligência artificial torna o ambiente mais desafiador para os países emergentes”, afirma Honorato. 

Já a projeção para o crescimento do PIB brasileiro em 2026 foi revisada para baixo, de 2% para 1,9%. O grupo estima expansão de 0,2% no terceiro trimestre e 0,2% no quarto. Para 2027, a previsão é de crescimento de 1,3%.  

 

Na análise da política fiscal, os economistas projetam que a dívida bruta do setor público alcançará 83,2% do PIB ao final de 2026, acima dos 83% estimados anteriormente. Para 2027, a projeção foi revisada de 86,9% para 87,2% do PIB. 

 

Fontes:  Anbima  + Folha de S. Paulo  +

 

CEOs e C-levels usam mais o Linkedin, diz a FGV

16/09   -  Nos últimos 4 anos, mostra pesquisa da FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas da FGV em SãoPaulo) os  CEOs e C-Levels de modo geral mudaram bastante o uso que fazem das redes sociais.

Na primeira edição da pesquisa, 45% dos diretores- executivos de empresas nem mesmo tinham perfil ativo no LinkedIn. Desde então o quadro mudou drasticamente, uma vez que agora todos os 225 CEOs respondentes — de instituições financeiras a grandes corporações — estão intensamente presentes e produziram  8 mil posts  em 12 meses. Os assinantes podem ler a matéria na íntegra em  CEOs ampliam presença no LinkedIn, diz estudo da FGV - 15/09/2026 - Painel S.A. - Folha

oba

Fonte:  Folha de S. Paulo  +

 

 

Previdência aberta:  aportes caem 8,7% e captação líquida 36,8% até julho

OBA

D16/09   -  e janeiro a julho deste ano os aportes nos planos de previdência aberta registraram queda de nada menos de 8.7%, comparativamente aos primeiros 7 meses de 2025.  Em 2026 foram captados apenas R$ 91,8 bilhões, segundo números divulgados ontem pela Fenaprevi .

A captação líquida no período  caiu ainda mais, com uma queda de 36,8%.

oba

Fontes:  Valor + Valor Investe + O  Globo + Revista  Apólice  +

STF julga que cabe ao INSS decidir sobre teto do consignado

16/09   -  O STF julgou ser  válido o trecho da Lei do Crédito Consignado que estabelece a competência do INSS para fixar o teto de juros do crédito consignado destinado a aposentados e pensionistas.

 

A decisão,  tomada de forma unânime pelos ministros da Corte, aconteceu no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7759. 

 

Fontes:  Jornal  EXTRA (RJ) +  Diário do  Rio  +

Meios de pagamento : fatia do PIX chega aos 45% no varejo

OBA

16/09   -  Como meios de pagamento é assunto que nos interessa, cabe saber que no ano passado o Pix já representava 45% do volume de transações no varejo e no middle market. O cartão de crédito ficou com 39% e o de débito 16%.

No período entre 2022 e 2025 a fatia do PIX  apresentou crescimento médio anual de 52%, enquanto o cartão de crédito cresceu 14% e o de débito apenas 2%. Uma das matérias publicadas a respeito pode ser lida na íntegra em  Pix chega a 45% do volume de pagamentos no varejo | Monitor Mercantil

oba

Fontes:  Monitor  Mercantil  + Gazeta Mercantil  +

 

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