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Terça-feira, 7 de julho
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor  deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso. 
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.


Editor: Jorge Wahl.  Digital: Tom Cândido.
 

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  Cidades

dos 60+

Quatro capitais brasileiras passaram a ter mais pessoas

com 60 anos ou mais do que crianças e adolescentes

o envelhecimento da população brasileira já pode ser observado de forma clara em algumas das maiores cidades do país. 

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua 2025, divulgada nesse ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que quatro capitais brasileiras passaram a ter mais pessoas com 60 anos ou mais do que crianças e adolescentes de até 17 anos.

Essas capitais são: Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Natal (RN). O levantamento revela como a mudança na estrutura etária da população brasileira já começa a se refletir no perfil das cidades.

Entre as quatro capitais com mais idosos, o Rio de Janeiro reúne cerca de 1,5 milhão de moradores com 60 anos ou mais. A população de crianças e adolescentes soma aproximadamente 1,3 milhão.

Porto Alegre registra cerca de 355 mil pessoas idosas e 319 mil crianças e adolescentes. Em Florianópolis, são aproximadamente 126 mil idosos e 119 mil jovens. Já Natal contabiliza cerca de 152 mil moradores com 60 anos ou mais. Jovens de até 17 anos somam 148 mil pessoas.

 

Embora apenas quatro capitais tenham ultrapassado essa marca até agora, outras cidades também apresentam uma estrutura etária cada vez mais envelhecida. Vitória aparece praticamente em situação de equilíbrio entre os dois grupos, enquanto Belo Horizonte e Curitiba também figuram entre as capitais com população relativamente mais idosa.

​Oba

Fontes Instituto de Longevidade MAG  +

 

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60+ formam o grupo etário que mais cresceu no uso da internet

​Oba

Embora ainda sejam o grupo que menos usa a internet, brasileiros com 60 anos ou mais registraram o maior crescimento no acesso à rede em 2025, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, publicada nesta quinta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre os idosos, a proporção de usuários de internet passou de 70,1%, em 2024, para 74,5%, em 2025. Em relação a 2019, o avanço foi de 29,6 pontos percentuais.

Fontes G1  +  Olhar  Digital  +

Abrapp participa de GT do CBPS para avaliar impactos das normas IFRS sobre as EFPCs

Oba

Muito embora as nossas entidades fechadas não estejam ainda obrigadas a se reportar às normas IFRS S1 e IFRS S2, ambas destinadas a  estabelecer os padrões  para divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade e fatores climáticos, por certo delas se beneficiam.  Na verdade, é um benefício tão importante que justificou ter a Abrapp se juntado ao Comitê Brasileiro de Pronunciamentos de Sustentabilidade – CBPS para criar na estrutura deste último um Grupo de Trabalho com 11 integrantes e inteiramente voltado à tratar de questões pertinentes à previdência complementar fechada.

Afinal, as EFPC não são mesmo subordinadas às duas normas, mas são delas beneficiárias por extrair de ambas informações valiosas. E, nesse sentido, o impacto sobre as nossas entidades não parece pequeno. Aliás, estudar melhor como somos de diferentes formas impactados é uma das prioridades do GT em 2026, especialmente no tocante aos investimentos, gestão de riscos e responsabilidade fiduciária, além de uma ideia mais clara da cadeia de valor na qual se insere a previdência complementar.

Alessander Brito, Coordenador do Sub grupo Leste da CTR Leste-Sudeste de Contabilidade e representante da Abrapp junto ao Comitê Brasileiro de Pronunciamentos de Sustentabilidade, chama a atenção para a importância de se começar o trabalho pela análise a partir da cadeia de valor do segmento de previdência complementar fechada. É melhor começar  identificando quem produz informações de sustentabilidade, quem as utiliza e como essas informações circulam entre os diversos agentes, diz ele.

Previ:  Stieler renúncia 

ao Conselho da Vale

A Vale informou ‌nesta segunda-feira ter Daniel ⁠Stieler ‌renunciado ⁠aos cargos de membro e de ​presidente do conselho ​de administração da companhia, ‌com ​efeitos imediatos, segundo ⁠comunicado. Ele ​atuou ​como membro do ⁠colegiado ​desde 2021 ​e em sua presidência desde 2023.

A saída ocorre 16 dias antes da assembleia que decidiria justamente sobre sua destituição — pedida pela Previ, maior acionista individual da mineradora.

Oba

Fontes:   Blog  Abra em Foco  +  Infomoney + Investnews + Jornal de Brasília +  Seu Dinheiro + Investidor Institucional  +

Cresce o risco no mercado de debêntures

 

Nos últimos dois ano  o número de emissões de  debêntures classificadas como de maior risco e alto retorno subiu de 75 para 135, crescimento que significou uma alta de nada menos de 80%, informa hoje o jornal Valor Econômico .

Tal crescimento, claro, reflete um contexto de custo do dinheiro bastante elevado por muito tempo, sem dar descanso ao caixa das empresas.  Detalhe, são consideradas de maior risco aquelas emissões que pagam 2,5 ponto percentual além da taxa do CDI.  Os assinantes do jornal podem ler a matéria na íntegra em Empresas de risco mais alto ganham espaço na renda fixa | Finanças | Valor Econômico

Fonte Valor  +

Queda na arrecadação não atinge a toda previdência aberta

jESUS

A queda na arrecadação motivada por mudanças na tributação não parece atingir a toda a previdência aberta. Na contramão do mercado, por exemplo,  a Brasilprev tem registrado crescimento em captação líquida neste ano. No primeiro trimestre, alcançou R$ 3,9 bilhões, revertendo o resgate líquido de R$ 1,5 bilhão apurado no mesmo período do ano anterior.  A consultoria Suno reforça a resiliência do segmento e apresenta diferentes argumentos nesse sentido.​

Enquanto o IOF representa um obstáculo, outras mudanças regulatórias colaboraram com a modernização da previdência privada. Resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) deram mais liberdade para fundos de previdência aumentarem a diversificação das estratégias.  Os assinantes do jornal podem ler a matéria na íntegra em   Previdência privada evolui com novas regras, soma 14% do PIB, mas IOF ameaça expansão - Estadão

Fontes O Estado de S. Paulo  +

 

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INSS : teto do consignado pode ganhar modelo para mudar automaticamente

jESUS

O Ministério da Previdência estuda fórmula de mudança automática no teto dos empréstimos consignados a beneficiários do INSS. A modelagem mais provável é uma ponderação entre as taxas Selic e DI.

 

A avaliação é que essa composição serviria de termômetro do custo de captação dos bancos. Com base nessa composição, o cálculo deve prever uma proporção de referência para o teto do juro do consignado do INSS.

Fonte: Folha de S. Paulo +

 

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Leia aqui algumas das matérias na íntegra em

Conheça as 4 capitais com mais idosos do que crianças no Brasil

Abrapp participa de Grupo de Trabalho do CBPS para avaliar impactos das normas IFRS – Blog Abrapp Em Foco

Daniel Stieler renuncia à presidência do conselho da Vale

Presidente do conselho da Vale (VALE3) renuncia em meio a embate com a Previ - Seu Dinheiro

Após resistir, Stieler renuncia ao conselho da Vale | Empresas | Valor Econômico

Stieler deixa comando do Conselho da Vale após pressão da Previ – Revista Investidor Institucional

Previdência privada evolui com novas regras, soma 14% do PIB, mas IOF ameaça expansão - Estadão

INSS: governo quer regra automática em teto de consignado - 06/07/2026 - Economia - Folha

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