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Quarta-feira, 19 de agosto
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor  deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso. 
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.


Editor: Jorge Wahl.  Digital: Tom Cândido.
 

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As duas faces

da longevidade

                  

De um lado, investidores e empreendedo se preparam

para explorar um mercado que deverá crescer

fortemente, do outro desafios nada pequenos a vencer

Especialistas projetam e, em função dessas projeções os investidores e empreendedores se preparam, para um rápido crescimento de um mercado que vai acompanhar a extensão da longevidade.  Um desses segmentos privilegiados deverá ser o dos cuidados a serem proporcionados aos idosos.

 

E um desses segmentos até já tem nome. É chamado de  ecossistema de cuidados pós-agudos e inclui não só os serviços tradicionais de  atendimento domiciliar, mas também processos de transição do hospital para casa e mudanças na arquitetura da residência e especialmente do aposento do idoso, algo  que deverá  representar um mercado potencial de R$ 27 bilhões.

 

E demanda não parece faltar, ainda que seja fácil imaginar que a procura por esse tipo de serviço esteja mais concentrado nas faixas de maior renda.  De toda forma, preocupa que dados de uma pesquisa da Fiocruz MG e da UFMG  digam que  20,4% dos idosos brasileiros apresentam dificuldade para realizar pelo menos uma atividade básica do dia a dia, como tomar banho, se vestir, comer, usar o banheiro ou levantar da cama.

 

Segundo os pesquisadores, isso representa cerca de 6,5 milhões de pessoas vivendo com algum grau de limitação funcional.

 

Os resultados indicam ainda que a situação piora com o avanço da idade. Enquanto 13,9% das pessoas entre 60 e 69 anos apresentam limitações funcionais, esse percentual sobe para 44,2% entre aqueles com 80 anos ou mais. As mulheres também são mais afetadas: 23,1% relatam dificuldades para atividades básicas, contra 17% dos homens.

 

FontesCNN  +

Pagamento de micropensões avança na proteção aos trabalhadores de apps

É preciso dar alguma proteção previdenciária aos mais de 2 milhões de brasileiros que trabalham através de aplicativos, geralmente como motoristas ou entregadores, para desse trabalho extrair uma renda quase sempre instável.  É disso que trata  o Diretor-Presidente da Abrapp, Devanir Silva,   em artigo publicado no portal Brazil Economy , e que pode ser lido na íntegra em  Previdência digital avança nos BRICS e amplia o desafio de proteção no Brasil | Brazil Economy

 

O autor do artigo não apenas mostra a urgência dessa proteção ser oferecida, como detalha, através de exemplos analisados no Mundo por estudo conjunto da Abrapp e FIAP-Federação Internacional das Administradoras de Fundos de Pensão, ser de fato possível o pagamento de micropensões a esses trabalhadores hoje desprotegidos.

O modelo defendido pela Abrapp, a partir da análise de diferentes experiências bem sucedidas estudadas no Mundo, leva a  trabalhadores informais com renda irregular solução que combina ingredientes como  flexibilidade contributiva, tecnologia, incentivos, educação financeira e regulação adequada.

Amarildo  ganha novo

mandato na Câmara de Recursos

O Diretor-Presidente da Funpresp-Jud, Amarildo Vieira de Oliveira, foi reconduzido como membro titular da Câmara de Recursos da Previdência Complementar (CRPC), por indicação Amarildoda Abrapp.

O novo mandato terá duração de dois anos. 

FontesBrazil Economy  +  Blog  Abrapp em  Foco  + Comunicação da Funpresp-Jud

Inadimplência bate recordes

Seja na condição de investidores ou na de emprestadores aos participantes dos planos que administram, interessa aos dirigentes de nossas entidades fechadas saber estar publicando o Valor Econômico em sua edição de hoje (19) matéria sob o título “ Inadimplência, em nível recorde, não dá sinal de trégua “.  Tal manchete dispensa detalhes, bastando dizer que, segundo o jornal,  as dificuldades atingem tanto as famílias como as empresas.  Para os assinantes é possível ler o texto na íntegra em  Inadimplência, em nível recorde, não dá sinal de trégua | Finanças | Valor Econômico

 

Outra fonte traz que  executivos de bancos afirmam que a qualidade do crédito no Brasil dificilmente melhorará nos próximos meses, visto que não há previsão de quando as taxas de juros historicamente altas do país terminarão.

Nicola Tingas, economista-chefe da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), aparece dizendo que vem  alertando há tempos para o elevado nível de endividamento das famílias e alavancagem das empresas​.

Por sua vez, uma terceira fonte traz nessa quarta-feira (19) que o número de empresas em recuperação judicial saltou 65,8% entre o segundo trimestre de 2023 e igual período de 2026, segundo dados da consultoria RGF.  Os assinantes podem ler na íntegra em Recuperação judicial avança 65,8% com juros altos - 18/08/2026 - Economia - Folha

FontesValor  +  Infomoney  +  Bloomberg  + Folha de S. Paulo  +

Mais da metade dos brasileiros fica sem dinheiro antes do final do mês

Mais da metade dos trabalhadores brasileiros não consegue chegar ao fim do mês com dinheiro suficiente para pagar todas as despesas. É o que mostra a Pesquisa de Saúde Financeira dos Trabalhadores 2026, da Serasa Experian, divulgada nesta terça-feira (18).

Segundo o levantamento, 53% dos entrevistados ficam sem recursos depois de receber o salário e atravessar o mês. O resultado é praticamente igual ao registrado em 2025, quando o percentual era de 54%.

No total, 47% afirmam conseguir chegar ao fim do mês com dinheiro sobrando ou disponível.

FontesCNN + Correio Braziiense  + Monitor Mercantil  + Valor  +

 

Debêntures reforçam captações

 

18/08  -   O mercado de capitais movimentou R$ 67,9 bilhões em julho, resultado 4% acima dos R$ 65,3 bilhões observados no mesmo mês do ano passado, segundo dados da Anbima .  A performance do mês foi sustentada principalmente pelas emissões de debêntures, pelas ofertas de FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário) e follow-on de ações.

 

De janeiro a julho, foram levantados R$ 429,8 bilhões em ofertas, volume 8,8% superior aos R$ 394,9 bilhões registrados no mesmo período de 2025.

"O mês de julho reforçou o bom nível de atividade do mercado de capitais ao longo de 2026. Mesmo em um cenário externo ainda desafiador e com incertezas no ambiente doméstico, a renda fixa corporativa manteve participação dominante, mas houve espaço para um crescimento expressivo no volume de ofertas de FIIs e follow-on de açõs.", afirma Guilherme Maranhão, presidente do Fórum de Estruturação de Mercado de Capitais da Anbima.

As emissões de debêntures permaneceram como principal instrumento de captação, com R$ 33,1 bilhões em ofertas encerradas em julho. Apesar de o volume ficar abaixo dos R$ 46,4 bilhões observados no mesmo mês de 2025, o instrumento respondeu por 48,8% do volume captado no mês.

No segmento de títulos híbridos, os FIIs atingiram R$ 11,7 bilhões em ofertas encerradas, mais de três vezes o volume registrado em julho do ano passado, quando somaram R$ 3,4 bilhões. Os Fiagros (Fundos de Investimentos em Cadeias Agroindustriais) movimentaram R$ 145,3 milhões, acima dos R$ 54,2 milhões do mesmo período de 2025.

Inadimplência das empresas

bateu recorde em junho

O número de empresas inadimplentes no Brasil cresceu em junho de 2026 e superou a marca de 9,1 milhões de CNPJs, maior marco da série histórica. Os dados são do Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian..

No período, o volume financeiro de dívidas negativadas chegou a R$ 232,9 bilhões. Em média, cada empresa inadimplente acumulou 7,3 contas em atraso, com dívida média de R$ 25.508,96 por CNPJ e ticket médio de R$ 3.515,77.  A notícia pode ser lida na íntegra em Com juros altos, dívidas das empresas chegam a R$ 232,9 bilhões | Monitor Mercantil

FontesAnbima  +  Money Times  + Monitor Mercantil  +
 

Previc ingressa como amicus curiae na ação que discute limites para a fiscalização do TCU

Oba

18/08  -    A Previc protocolou, na última sexta-feira, petição de ingresso como amicus curiae na ADPF 817, ação que discute os limites da fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), revelou Leandro da Guarda, Procurador-Chefe da Procuradoria Federal junto à Previc, durante a segunda plenária do 21º Encontro Nacional de Advogados das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (ENAPC), realizada em Brasília nesta segunda-feira, 17 de agosto.

O ingresso da Previc no processo, segundo o procurador, não foi uma decisão pontual. “Vem em debate já há alguns meses na Advocacia Geral da União, em várias frentes, inclusive uma frente que se iniciou por provocação e atuação da Abrapp em um fórum institucional no âmbito da AGU”, disse.

A plenária discutiu que a segurança jurídica das EFPC diante da expansão do controle do TCU dependerá da definição, pelo STF, na ADPF 817, de limites e coordenação com a Previc. Além da ADPF 817, apontada como uma via central para que o STF estabeleça a intensidade e a coordenação entre a atuação do TCU e da Previc.  A notícia na integra pode ser lida em  21º ENAPC: Previc formaliza participação na ADPF 817, que discute limites da fiscalização do TCU – Blog Abrapp Em Foco

Abrapp lança Agenda Jurídica

Reconhecido há mais de duas décadas pela riqueza de seu conteúdo e espaço de iniciativas marcantes, o 21º  ENAPC  serviu ontem como palco para o lançamento da Agenda Jurídica da Previdência Complementar, um projeto desenvolvido no âmbito da Abrapp e que vai muito além da função de um simples inventário de processos judiciais. 

Na verdade, nasce como um repositório de inteligência institucional, sob curadoria permanente do Colégio de Coordenadores das Comissões de Assuntos Jurídicos da Abrapp, que tem Eduardo Lamers, Assessor da Presidência e Superintendência-Geral da Abrapp, como Secretário-executivo. Ele explica o que representa a nova Agenda com clareza: a metodologia adotada para a sua construção prioriza o consequencialismo e os princípios constitucionais, visando reduzir a subjetividade na tomada de decisão.

Através de uma régua de priorização que avalia impacto atuarial, financeiro e relevância institucional, a ferramenta oferece um suporte técnico para que as entidades possam identificar a urgência e o nível de atuação necessário em cada demanda. O projeto, prossegue Lamers, é apresentado como um material vivo e dinâmico, que depende da colaboração contínua dos advogados e dirigentes do segmento para manter-se atualizado e eficaz na garantia da segurança jurídica a longo prazo. A matéria pode ser lida na íntegra em  Agenda Jurídica da Previdência Complementar é lançada durante 21º ENAPC – Blog Abrapp Em Foco

FontesBlog  Abrapp em  Foco  +

Idade avançada pode trazer  maior bem estar

Oba

18/08  -  Se  os dados acumulados ao longo de mais de 85 anos pelo Harvard Study of Adult Development  estiverem apontando na direção certa,  a maturidade avançada pode estar se revelando  como um dos períodos de maior bem-estar na trajetória humana.

 

Diz Harvard, em texto publicado no portal da   UnB – Universidade de Brasília, que passada a fase turbulenta dos 40 e 50 anos, sobrecarregada pelo trabalho e pelas responsabilidades familiares, os índices de satisfação com a vida experimentam uma ascensão consistente a partir dos 60 anos.

 

O  estudo  revelou os motivos dessa melhora. Os indivíduos que alcançam a longevidade com vitalidade física e mental preservada não são meros beneficiários de uma genética favorável, mas agentes que cultivaram estratégias adaptativas ao longo da vida, destacando-se dois eixos fundamentais.

 

Um deles é o filtro do que é de fato relevante ou não Ao envelhecer, percebemos que o tempo é curto e mudamos o foco das nossas prioridades. Os mais velhos passam a se importar menos com o que os outros pensam, com pressões profissionais ou conflitos menores. Eles preferem trocar a quantidade pela qualidade nas relações, cultivando amigos que tragam afeto e afastando o que traz desgaste.

 

O outro aspecto a ser valorizado é a  convivência social como proteção: Quem chegou aos 80 anos com a mente ativa tem algo em comum: investiu em conexões sociais ao longo dos anos. Na terceira idade, manter laços fortes e participar ativamente da comunidade funciona como um escudo natural contra o estresse, protege a memória e ajuda a manter o corpo saudável.O texto pode ser lido na íntegra  em  UnB Notícias - O Envelhecimento e a Idade da Felicidade: o que o estudo de Harvard revelou sobre a longevidade e o curso da vida

FontesUnB Notícias  +  

A solidão virou epidemia e custa caro

Oba

18/08  -  Mulheres com medo de homens e eles com medo delas, os medos somados gerando a solidão que precede muitas doenças e o colapso demográfico.

 

Solidão que nas próximas duas décadas deverá custar R$ 400 bilhões à economia brasileira em   invalidez, mortes prematuras e queda nos nascimentos. O texto diz que a solidão é um problema econômico gigantesco, sendo o seu impacto sobre a mortalidade algo comparável a se fumar 15 cigarros por dia. 

 

Há outras observações sendo  feitas, como a definição da solidão como pandemia, além da lembrança de que relacionamentos longos, escassos hoje em dia, são os únicos que aumentam a  rede de conhecimentos de alguém, com o tipo de socialização involuntária de que precisamos. Primos, amigos, colegas de trabalho brotam de todos os lados.  Chegou a hora de também o Brasil ter o seu Ministério da Solidão? - Estadão

FontesO Estado de S. Pauio +

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