
Quinta-feira, 29 de outubro
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso.
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.
Editor: Jorge Wahl. Digital: Tom Cândido.
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Inovação
na saúde
Telemedicina, sessões de terapia e
cartões de descontos para
pagamento de consultas ganham espaço
Serviços como telemedicina, sessões de terapia e cartões de desconto para consultas e exames entram cada vez mais na lista de auxílios oferecidos aos funcionários pelos empregadores. Isso acontece no momento em que as organizações lutam simultaneamente para não reduzir os benefícios oferecidos aos colaboradores e conter a elevação dos custos com a saúde.
Os obrigados são obrigados a levar em conta o fato de que um plano de saúde é o segundo benefício mais valorizado pelos trabalhadores, atrás apenas da estabilidade, apontou pesquisa do instituto Ideia. Mas também não podem esquecer que , segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) , o reajuste médio dos planos de saúde está em 12,9% no caso dos contratos para menos de 30 usuários. O percentual está muito acima dos 4,58% de inflação acumulada no país nos 12 meses terminados em setembro.
No caso das empresas de maior porte, que tendem a oferecer planos de saúde mais abrangentes. a média da correção dos contratos está em 8,27% este ano, mas alcança percentuais bem mais altos a depender do nível de sinistralidade da carteira.
No segmento da saúde suplementar em geral a taxa de sinistralidade encerrou o primeiro semestre em 81,9%, mas não raro pode ser muito superior a isso, o que explica o investimento que estão fazendo em cuidados preventivos com a saúde, especialmente na forma de orientações passadas aos colaboradores.
Saiba mais lendo as matérias na íntegra em
Benefícios em saúde passam a incluir telemedicina, cartão de desconto e terapia
Telemedicina e cartão de desconto ganham espaço como…
Fontes: O Globo + Diário do Povo + JusConsulta +
Previc se destaca em índice que mede a capacidade de reguladores federais
A PREVIC obteve posição de destaque na primeira edição do Índice de Capacidade Institucional para Regulação (I-CIR), iniciativa do Comitê PRO-REG voltada à avaliação das capacidades institucionais dos órgãos reguladores federais. A autarquia alcançou 54,5 pontos em uma escala de 0 a 100, resultado que a colocou na 17ª posição entre os 55 participantes e no 3º lugar entre as 14 autarquias e fundações avaliadas. O resultado foi disponibilizado no fim do primeiro semestre e ficou sujeito às restrições de divulgação impostas pelo Defeso Eleitoral.
A nota da PREVIC superou tanto a média geral dos reguladores, de 36,5 pontos, quanto a média das autarquias e fundações, de 30,2 pontos. O resultado classificou a autarquia no nível intermediário de capacidade institucional para regulação.
Criado no âmbito do Programa de Fortalecimento da Capacidade Institucional para Gestão em Regulação (PRO-REG), o índice avaliou práticas adotadas pelos órgãos reguladores nos anos de 2023 e 2024, com base em 29 itens distribuídos em dez blocos temáticos. Participaram da avaliação agências reguladoras, secretarias, colegiados, autarquias, fundações e conselhos profissionais. Saiba mais lendo a matéria na íntegra em PREVIC fica entre as instituições mais bem avaliadas na primeira edição do I-CIR
Abrapp: Estão abertas as
inscrições para o 48º Congresso
As inscrições para o 48º Congresso Brasileiro de Previdência Privada (CBPP) já estão abertas, com o valor promocional do lote de pré-venda, o menor preço desta edição. Disponível por tempo limitado, a condição oferece a oportunidade de garantir a participação no próximo congresso com antecedência.
Detalhe importante: há descontos progressivos para inscrições em grupo. O 48º CBPP será realizado de 20 a 22 de outubro de 2027. Saiba mais lendo a notícia na integra em Inscrições abertas para o 48º CBPP com valor promocional de pré-venda – Blog Abrapp Em Foco
Fontes: Comunicação da Previc + Blog Abrapp em Foco +
Homens e mulheres atribuem significados diferentes
à expressão "independência financeira"
Pesquisa realizada no Brasil pela Onze, fintech de saúde financeira e previdência, mostra que homens e mulheres dão um significado diferente à expressão "Independência financeira".
O levantamento mostrou que 43% dos homens definem independência financeira como a possibilidade de viver de investimentos e trabalhar por opção. Ou seja, é ter renda passiva suficiente para pagar as contas. Esse significado é o mais correto no mundo da Educação Financeira.
Já para 47% das mulheres entrevistadas, independência financeira é poder pagar as próprias contas. Algo mais próximo do equilíbrio financeiro entre despesas e receitas no caso. Saiba mais lendo a notícia na íntegra em O que é Independência Financeira para homens e mulheres
Fontes: MAG - Instituto de Longevidade +
Pressionadas por crédito caro e escasso as empresas apelam para a antecipação de recebíveis
Atentos ao ritmo da macroeconomia e ao cenário dos negócios, os dirigentes de nossas entidades fechadas muito provavelmente se interessarão em saber que as empresas brasileiras, pressionadas em um cenário de crédito restrito. têm recorrido cada vez mais à antecipação de recebíveis para financiar demandas cada vez mais difíceis.
Levantamento da fintech Finnet, empresa de infraestrutura de inteligência financeira, mostra que o volume antecipado cresceu 10% no primeiro semestre, chegando agora aos R$ 12 bilhões. A comparação foi feita com o mesmo período de 2025. Os assinantes podem ler a matéria na íntegra em Com crédito caro, empresas ampliam demanda por antecipação de recebíveis - Estadão
Fontes: O Estado de S. Paulo +
Investimentos: ESG vive um novo momento
28/10 - Compromissados com os investimentos ESG, aos interessa sabe dirigentes e profissionais das entidades fechadas interessa saber que as finanças sustentáveis entraram em uma nova fase, menos focada em compromissos e mais orientada à implementação, à resiliência e à capacidade de direcionar capital para soluções concretas. Essa foi uma das principais conclusões do PRI In Person 2026, fórum global sobre investimentos sustentáveis realizado durante três dias em Amsterdã, na Holanda, promovido pelo PRI (Princípios para o Investimento Responsável, na sigla em inglês), da ONU, que promove a adoção de fatores ESG no mercado de capitais.
A conferência, que reuniu mais de 1.700 investidores, gestores de recursos, reguladores, formuladores de políticas públicas e representantes de organismos internacionais de 60 países, debateu como o investimento responsável está evoluindo em um contexto cada vez mais complexo, marcado por incertezas geopolíticas, transição climática, transformação tecnológica e pressões econômicas. Segundo os painelistas, o atual momento exige ir além da identificação de riscos, atuando na construção das condições adequadas para que a alocação de capital responda a esses desafios de forma efetiva.
O desafio apontado não é a ausência de capital, mas a escassez de projetos estruturados, mecanismos de compartilhamento de risco, políticas públicas previsíveis e ambientes regulatórios capazes de atrair investimentos em larga escala, especialmente em mercados emergentes. Para ampliar o financiamento à transição nesses mercados e, com isso, acelerar a transição em escala global, falou-se sobre ampliar os mecanismos de mitigação de riscos, fortalecer o papel dos bancos multilaterais e desenvolver os mercados locais de capitais.
Isso se conecta diretamente ao futuro das finanças sustentáveis. O caminho apontado indica mudar a sustentabilidade do lugar de uma agenda separada e integrá-la aos processos de investimento, gestão de risco e alocação de capital. Também houve defesa do uso de análises prospectivas de transição e do fortalecimento do stewardship (atuação e influência das gestoras nas empresas investidas) como instrumento para influenciar empresas e promover a resiliência sistêmica dos mercados.
Outro tema recorrente foi a crescente convergência entre sustentabilidade, competitividade econômica e segurança energética. Isso porque, nos últimos anos, a transição energética passou a ser defendida não apenas como resposta às mudanças climáticas, mas também como estratégia de fortalecimento econômico, redução da dependência de combustíveis fósseis e aumento da resiliência dos países diante de choques geopolíticos.
A agenda de biodiversidade também se consolidou como uma das principais fronteiras das finanças sustentáveis. Os debates mostraram que os riscos relacionados à natureza possuem características próprias e não podem ser tratados apenas como uma extensão da agenda climática. Dados científicos, ferramentas geoespaciais e o fortalecimento da participação das comunidades indígenas foram apontados como elementos fundamentais para a gestão desses riscos e para a viabilização de investimentos de longo prazo.
O componente social da sustentabilidade recebeu atenção. Salários dignos, inclusão financeira, desigualdade, educação e transição justa foram apresentados como fatores diretamente relacionados à estabilidade econômica e ao desempenho dos mercados no longo prazo. Os investidores reconheceram a necessidade de desenvolver métricas mais robustas para incorporar esses aspectos nas decisões de investimento.
Fontes: Anbima + Prensa Mercosur +
EFPCs pagam R$ 96,6 bilhões em benefícios em 1 ano
28/10 - Relatório Gerencial de Previdência Complementar (RGPC), divulgado pelo Departamento do Regime de Previdência Complementar, mostra que a previdência privada como um todo pagou cerca de R$ 101,5 bilhões em benefícios no acumulado dos últimos 12 meses, alcançando aproximadamente 950 mil aposentados e beneficiários. Desse total, R$ 96,6 bilhões, equivalentes a 95% dos pagamentos, foram pagos apenas pelas entidades fechadas aos seus assistidos.
O Relatório traduz essa realidade ao afirmar que a " dinâmica de pagamentos de benefícios das EFPCs reforça o caráter previdenciário do setor. O mercado de renda nesse segmento está bem consolidado e é responsável pela ampliação da proteção social e a manutenção do padrão de vida dos seus participantes no momento da aposentadoria”.
Entre junho de 2025 e junho de 2026, os planos de benefícios das EFPC passaram de um resultado deficitário de aproximadamente R$ 6,74 bilhões para um resultado superavitário de R$ 18,44 bilhões, considerando o resultado agregado entre superávits e déficits. Os planos BD registraram superávit de cerca de R$ 15,44 bilhões, contribuindo para o resultado positivo do período.
No segundo trimestre de 2026, o patrimônio das entidades de previdência complementar atingiu R$ 3,43 trilhões, o equivalente a 26% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. O montante representa crescimento de aproximadamente 10,2% em relação ao registrado no mesmo período de 2025. Desse total, cerca de 43% correspondem às EFPC. O patrimônio do segmento fechado cresceu 7,4% em relação a junho de 2025.
Em junho de 2026, os ativos de investimentos da Previdência Complementar somaram R$ 3,35 trilhões. Nas EFPC, nota-se maior diversificação dos investimentos. A carteira apresentou a seguinte composição: 71% em títulos públicos federais (TPF), 7,3% em renda variável, 15,2% em outros investimentos de renda fixa, 2,2% em imóveis e 4,3% em outras aplicações.
Quanto à Previdência dos servidores públicos, o relatório também destaca o avanço da implementação do Regime de Previdência Complementar (RPC) entre os entes federativos. Atualmente, 2.054 entes subnacionais, o equivalente a 96% daqueles que possuem Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), já aprovaram leis para instituir o RPC. Desse total, 945 tiveram seus convênios de adesão aprovados pela Previc e, portanto, estão com o regime vigente.
Ao todo, 25 entidades administram 49 planos de Previdência Complementar destinados a servidores públicos da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Esses planos abrangem aproximadamente 1.249 patrocinadores e cerca de 300 mil servidores. No longo prazo, a estimativa é que o número de servidores públicos vinculados ao RPC alcance aproximadamente 1,4 milhão.
Fontes: Blog Abrapp em Foco + Investidor Institucional +
Crédito: Número de superendividados cresce pelo 5º semestre consecutivo
28/10 - Informou ontem o Banco Central (BC) ter o Brasil registrado 20,3 milhões de pessoas em situação de endividamento de risco, ou seja, os chamados superendividados, no primeiro semestre. O número representou 17% do total de devedores do Sistema Financeiro Nacional (SFN).
Com isso a proporção de pessoas que se enquadram entre os endividados de risco cresceu pelo quinto semestre consecutivo. Por sua vez, uma outra fonte chama a atenção para o fato de que o número de brasileiros em situação de endividamento de risco teve alta de 75% em cinco anos
Brasil tem 20,3 milhões de superendividados, diz BC | Finanças | Valor Econômico
Número de superendividados no Brasil cresceu 75% em cinco anos, diz BC | Agência Brasil
NÚMERO DE SUPERENDIVIDADOS NO BRASIL CRESCEU 75% EM CINCO ANOS, DIZ BC
Fontes: Valor + Agência Brasil + EBC + O Globo + Bahia Econômica +
RH: Conciliar estudo e trabalho é rotina para 62% dos universitários brasileiros
28/10 - Para melhor entender os nossos RHs, é importante saber que conciliar trabalho e estudo faz parte da rotina de 62% dos universitários brasileiros. Ao mesmo tempo, as mulheres representam 57,4% das matrículas no ensino superior. Os dados mostram um perfil de estudantes que combina formação e experiência profissional, mas que também enfrenta obstáculos para permanecer na universidade e concluir o curso.
O levantamento foi apresentado pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).
De 2009 a 2024, as matrículas no ensino superior aumentaram mais de 48%, enquanto o número de concluintes cresceu 21%. A evasão é mais expressiva entre estudantes de 25 a 29 anos e varia conforme a modalidade, a rede de ensino e a área de formação. Na rede privada, 26,3% dos alunos estão matriculados em cursos de educação a distância (EaD). Na pública, o percentual é de 2,8%. Já o ensino presencial noturno concentra 29,9% dos estudantes da rede privada. Saiba mais lendo a matéria na íntegra em Universidade virou jornada dupla para 62% dos estudantes; mulheres são 57,4% das matrículas - Mundo RH
Fontes: Mundo RH +
Poupança: O Norte cresce
27/10 - Longe de exibirem a força dos investidores institucionais, como as nossas entidades fechadas, notícias que envolvam pessoas físicas podem muito bem apontar tendências, especialmente no que diz respeito à construção da poupança em nosso país. Por isso mesmo pode ser importante saber que no 1º semestre a região Norte teve o maior crescimento dos investimentos das pessoas físicas no Brasil, com alta de 10%, informou a Anbima. O volume total na região chegou a R$ 171,7 bilhões. Em seguida vem o Centro-Oeste (+9,5%, com R$ 493,1 bilhões), o Nordeste (+8,9%, com R$ 861,5 bilhões) e o Sul (+6,8%, com R$ 1,55 trilhão).
Todas essas regiões cresceram acima da média nacional, de 6,4%.
O Sudeste subiu 5,5%, variação abaixo da média, mas foi a região com o maior acréscimo em número absoluto: o volume de investimentos aumentou em R$ 317,4 bilhões no semestre e chegou a R$ 6 trilhões. Como as demais regiões cresceram mais, a participação do Sudeste no volume nacional caiu ligeiramente, passando de 66,8% para 66,3%. As outras quatro ganharam espaço, ainda que pequeno: o Sul passou de 16,9% para 17%, o Nordeste de 9,2% para 9,4%, o Centro-Oeste de 5,2% para 5,4% e o Norte de 1,8% para 1,9%.
"Apesar de parte dessa alta das regiões exceto Sudeste ser efeito-base, já que os volumes nessas regiões são menores, ela também reflete a expansão da oferta de produtos, que hoje chega com mais facilidade a investidores fora dos grandes centros", avalia Luiz Henrique Carvalho, gerente de Representação de Distribuição da Anbima.
Private cresce mais no Centro-Oeste, no Norte e no Nordeste. O varejo alta renda ganhou participação em todas as regiões. No Sul e no Sudeste, foi o segmento que mais cresceu, com altas de 8,7% e 7,1% no volume e aumento de 0,5 e 0,6 p.p. (ponto percentual) de participação, respectivamente. No Centro-Oeste e no Nordeste, o volume subiu 10,1% e 9,4%, respectivamente, e a participação avançou 0,2 p.p. em cada uma. O maior avanço, porém, foi no Norte: alta de 12,8% e 0,8 p.p. a mais de participação.
Já o private ganhou espaço no Norte (+14,1% em volume e +0,5 p.p. de participação), no Centro-Oeste (+13,9% e +0,7 p.p.) e no Nordeste (+12% e +0,5 p.p.). No Sul e no Sudeste, o volume do segmento cresceu 5% e 4,3%, mas a participação recuou 0,5 e 0,4 p.p, respectivamente. Ainda assim, o Sudeste segue como a região onde o private tem mais peso, com 33,6% do volume.
Enquanto isso no primeiro semestre a renda familiar também aumentou, saindo de R$ 3,278 trilhões para R$ 3,521 trilhões. Segundo a FecomercioSP, uma parcela relevante desses recursos foi destinada ao pagamento de juros, reduzindo o espaço para consumo ou poupança na primeira metade do ano.
E uma terceira fonte traz a perda da expectativa do mercado de que haveria espaço para a reabertura das ofertas de ações este ano, diante da forte reação negativa da Bolsa e de outros ativos brasileiros, como o juro e o câmbio, às últimas notícias. A visão é de que as ofertas só voltam se o presidente reeleito sinalizar um ajuste fiscal convincente para 2027.
Fontes: Anbima + Valor + O Estado de S. Paulo +
Portaria que institui o Plano Nacional de Fomento é publicada
27/10 - Foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira,( 26 ) a Portaria Previc nº 834, de 20 de outubro de 2026, que aprova o Plano Nacional de Fomento do Regime de Previdência Complementar Fechada para o período de 2027 a 2030.
A portaria foi assinada pelo Diretor-Superintendente da Previc, Ricardo Pena, durante o 47º Congresso Brasileiro de Previdência Privada (CBPP), realizado de 21 a 23 de outubro. Elaborado no âmbito da Comissão de Fomento da Previdência Complementar Fechada (Cofom), o Plano reúne 28 propostas organizadas em cinco eixos temáticos: propostas de caráter continuado, atratividade, eficiência, sociedade e inovação.
Entre as propostas estão a simplificação do licenciamento de planos de contribuição definida, estudos para criação de mecanismos de proteção previdenciária, ampliação da cobertura para trabalhadores informais e de plataformas digitais, desenvolvimento de soluções para o intercâmbio de informações de forma automática e portabilidade digital de dados previdenciários, além do incentivo ao uso de novas tecnologias, como inteligência artificial, na administração do sistema.
As matérias podem ser lidas na íntegra em
Plano Nacional de Fomento entra em vigor com publicação da Portaria PREVIC no DOU
Fontes: Blog Abrapp em Foco + Previc +
Incidência maior de câncer pode estar associada a envelhecimento mais rápido dos jovens
27/10 - O câncer em jovens está no centro de uma investigação científica que começa a apontar o envelhecimento acelerado como possível fator de risco para o desenvolvimento de tumores.
Um estudo publicado na revista Nature Medicine indica que pessoas de gerações mais recentes apresentam um organismo biologicamente mais velho do que o esperado para a idade. Essa diferença foi associada a um risco maior de câncer precoce, ou seja, diagnosticado até os 55 anos. O trabalho foi conduzido por cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Washington, em St. Louis.
Os resultados mostraram uma diferença entre gerações em dois países. No Reino Unido, quem nasceu entre 1965 e 1974 teve envelhecimento sistêmico 23% maior do que quem nasceu entre 1950 e 1954. O cálculo já considerou o ajuste pela idade cronológica. Nos Estados Unidos, a distância foi ainda maior. Participantes nascidos entre 1990 e 1999 tiveram índice 92% superior ao de quem nasceu entre 1965 e 1969. Saiba mais lendo a matéria na íntegra em Estudo liga envelhecimento acelerado a câncer em jovens
Fontes: MAG - Instituto de Longevidade +
IA da Microsoft é mais de 2 vezes mais precisa do que médicos ao diagnosticar casos complexos
27/10 - Em especial aos dirigentes daquelas entidades fechadas que atuam na área da saúde deve interessar saber terem pesquisadores da Microsoft afirmado que ferramenta de IA desenvolvida por eles foi mais de duas vezes mais precisa do que médicos generalistas ao diagnosticar casos complexos.
Nos testes, a ferramenta de IA recebeu mais de 300 casos médicos incomuns e difíceis de diagnosticar. Segundo os pesquisadores, ela foi mais precisa na investigação e na identificação do diagnóstico do que médicos generalistas que podiam consultar livros e a internet.
Fontes: G1 Tecnologia + Olhar Digital +