
Quinta-feira, 20 de agosto
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
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As duas faces
da longevidade
De um lado, investidores e empreendedo se preparam
para explorar um mercado que deverá crescer
fortemente, do outro desafios nada pequenos a vencer
Deus seja louvdo
Fontes: CNN +
Inadimplência bate recordes
Deus seja louvdo
Fontes: CNN +
Inadimplência bate recordes
Deus seja louvdo
Fontes: CNN +
Inadimplência bate recordes
Deus seja louvdo
Fontes: CNN +
Inadimplência bate recordes
Deus seja louvdo
Fontes: CNN +
As duas faces da longevidade
19/08 - Especialistas projetam e, em função dessas projeções os investidores e empreendedores se preparam, para um rápido crescimento de um mercado que vai acompanhar a extensão da longevidade. Um desses segmentos privilegiados deverá ser o dos cuidados a serem proporcionados aos idosos.
E um desses segmentos até já tem nome. É chamado de ecossistema de cuidados pós-agudos e inclui não só os serviços tradicionais de atendimento domiciliar, mas também processos de transição do hospital para casa e mudanças na arquitetura da residência e especialmente do aposento do idoso, algo que deverá representar um mercado potencial de R$ 27 bilhões.
E demanda não parece faltar, ainda que seja fácil imaginar que a procura por esse tipo de serviço esteja mais concentrado nas faixas de maior renda. De toda forma, preocupa que dados de uma pesquisa da Fiocruz MG e da UFMG digam que 20,4% dos idosos brasileiros apresentam dificuldade para realizar pelo menos uma atividade básica do dia a dia, como tomar banho, se vestir, comer, usar o banheiro ou levantar da cama.
Segundo os pesquisadores, isso representa cerca de 6,5 milhões de pessoas vivendo com algum grau de limitação funcional.
Os resultados indicam ainda que a situação piora com o avanço da idade. Enquanto 13,9% das pessoas entre 60 e 69 anos apresentam limitações funcionais, esse percentual sobe para 44,2% entre aqueles com 80 anos ou mais. As mulheres também são mais afetadas: 23,1% relatam dificuldades para atividades básicas, contra 17% dos homens.
Fontes: CNN +
Pagamento de micropensões avança na proteção aos trabalhadores de apps
19/08 - É preciso dar alguma proteção previdenciária aos mais de 2 milhões de brasileiros que trabalham através de aplicativos, geralmente como motoristas ou entregadores, para desse trabalho extrair uma renda quase sempre instável. É disso que trata o Diretor-Presidente da Abrapp, Devanir Silva, em artigo publicado no portal Brazil Economy , e que pode ser lido na íntegra em Previdência digital avança nos BRICS e amplia o desafio de proteção no Brasil | Brazil Economy
O autor do artigo não apenas mostra a urgência dessa proteção ser oferecida, como detalha, através de exemplos analisados no Mundo por estudo conjunto da Abrapp e FIAP-Federação Internacional das Administradoras de Fundos de Pensão, ser de fato possível o pagamento de micropensões a esses trabalhadores hoje desprotegidos.
O modelo defendido pela Abrapp, a partir da análise de diferentes experiências bem sucedidas estudadas no Mundo, leva a trabalhadores informais com renda irregular solução que combina ingredientes como flexibilidade contributiva, tecnologia, incentivos, educação financeira e regulação adequada.
Amarildo ganha novo
mandato na Câmara de Recursos
O Diretor-Presidente da Funpresp-Jud, Amarildo Vieira de Oliveira, foi reconduzido como membro titular da Câmara de Recursos da Previdência Complementar (CRPC), por indicação Amarildoda Abrapp.
O novo mandato terá duração de dois anos.
Fontes: Brazil Economy + Blog Abrapp em Foco + Comunicação da Funpresp-Jud
Inadimplência bate recordes
19/08 - Seja na condição de investidores ou na de emprestadores aos participantes dos planos que administram, interessa aos dirigentes de nossas entidades fechadas saber estar publicando o Valor Econômico em sua edição de hoje (19) matéria sob o título “ Inadimplência, em nível recorde, não dá sinal de trégua “. Tal manchete dispensa detalhes, bastando dizer que, segundo o jornal, as dificuldades atingem tanto as famílias como as empresas. Para os assinantes é possível ler o texto na íntegra em Inadimplência, em nível recorde, não dá sinal de trégua | Finanças | Valor Econômico
Outra fonte traz que executivos de bancos afirmam que a qualidade do crédito no Brasil dificilmente melhorará nos próximos meses, visto que não há previsão de quando as taxas de juros historicamente altas do país terminarão.
Nicola Tingas, economista-chefe da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), aparece dizendo que vem alertando há tempos para o elevado nível de endividamento das famílias e alavancagem das empresas.
Por sua vez, uma terceira fonte traz nessa quarta-feira (19) que o número de empresas em recuperação judicial saltou 65,8% entre o segundo trimestre de 2023 e igual período de 2026, segundo dados da consultoria RGF. Os assinantes podem ler na íntegra em Recuperação judicial avança 65,8% com juros altos - 18/08/2026 - Economia - Folha
Fontes: Valor + Infomoney + Bloomberg + Folha de S. Paulo +
Mais da metade dos brasileiros fica sem dinheiro antes do final do mês
19/08 - Mais da metade dos trabalhadores brasileiros não consegue chegar ao fim do mês com dinheiro suficiente para pagar todas as despesas. É o que mostra a Pesquisa de Saúde Financeira dos Trabalhadores 2026, da Serasa Experian, divulgada nesta terça-feira (18).
Segundo o levantamento, 53% dos entrevistados ficam sem recursos depois de receber o salário e atravessar o mês. O resultado é praticamente igual ao registrado em 2025, quando o percentual era de 54%.
No total, 47% afirmam conseguir chegar ao fim do mês com dinheiro sobrando ou disponível.
Fontes: CNN + Correio Braziiense + Monitor Mercantil + Valor +

