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Quinta-feira, 20 de agosto
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor  deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso. 
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.


Editor: Jorge Wahl.  Digital: Tom Cândido.
 

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As duas faces

da longevidade

                  

De um lado, investidores e empreendedo se preparam

para explorar um mercado que deverá crescer

fortemente, do outro desafios nada pequenos a vencer

Deus seja louvdo

 

FontesCNN  +

Inadimplência bate recordes

Deus seja louvdo

FontesCNN  +

Inadimplência bate recordes

Deus seja louvdo

FontesCNN  +

Inadimplência bate recordes

Deus seja louvdo

FontesCNN  +

Inadimplência bate recordes

 

Deus seja louvdo

FontesCNN  +

 

As duas faces da longevidade

 

19/08  -  Especialistas projetam e, em função dessas projeções os investidores e empreendedores se preparam, para um rápido crescimento de um mercado que vai acompanhar a extensão da longevidade.  Um desses segmentos privilegiados deverá ser o dos cuidados a serem proporcionados aos idosos.

 

E um desses segmentos até já tem nome. É chamado de  ecossistema de cuidados pós-agudos e inclui não só os serviços tradicionais de  atendimento domiciliar, mas também processos de transição do hospital para casa e mudanças na arquitetura da residência e especialmente do aposento do idoso, algo  que deverá  representar um mercado potencial de R$ 27 bilhões.

 

E demanda não parece faltar, ainda que seja fácil imaginar que a procura por esse tipo de serviço esteja mais concentrado nas faixas de maior renda.  De toda forma, preocupa que dados de uma pesquisa da Fiocruz MG e da UFMG  digam que  20,4% dos idosos brasileiros apresentam dificuldade para realizar pelo menos uma atividade básica do dia a dia, como tomar banho, se vestir, comer, usar o banheiro ou levantar da cama.

 

Segundo os pesquisadores, isso representa cerca de 6,5 milhões de pessoas vivendo com algum grau de limitação funcional.

 

Os resultados indicam ainda que a situação piora com o avanço da idade. Enquanto 13,9% das pessoas entre 60 e 69 anos apresentam limitações funcionais, esse percentual sobe para 44,2% entre aqueles com 80 anos ou mais. As mulheres também são mais afetadas: 23,1% relatam dificuldades para atividades básicas, contra 17% dos homens.

 

FontesCNN  +

Pagamento de micropensões avança na proteção aos trabalhadores de apps

19/08  - É preciso dar alguma proteção previdenciária aos mais de 2 milhões de brasileiros que trabalham através de aplicativos, geralmente como motoristas ou entregadores, para desse trabalho extrair uma renda quase sempre instável.  É disso que trata  o Diretor-Presidente da Abrapp, Devanir Silva,   em artigo publicado no portal Brazil Economy , e que pode ser lido na íntegra em  Previdência digital avança nos BRICS e amplia o desafio de proteção no Brasil | Brazil Economy

 

O autor do artigo não apenas mostra a urgência dessa proteção ser oferecida, como detalha, através de exemplos analisados no Mundo por estudo conjunto da Abrapp e FIAP-Federação Internacional das Administradoras de Fundos de Pensão, ser de fato possível o pagamento de micropensões a esses trabalhadores hoje desprotegidos.

O modelo defendido pela Abrapp, a partir da análise de diferentes experiências bem sucedidas estudadas no Mundo, leva a  trabalhadores informais com renda irregular solução que combina ingredientes como  flexibilidade contributiva, tecnologia, incentivos, educação financeira e regulação adequada.

Amarildo  ganha novo

mandato na Câmara de Recursos

O Diretor-Presidente da Funpresp-Jud, Amarildo Vieira de Oliveira, foi reconduzido como membro titular da Câmara de Recursos da Previdência Complementar (CRPC), por indicação Amarildoda Abrapp.

O novo mandato terá duração de dois anos. 

FontesBrazil Economy  +  Blog  Abrapp em  Foco  + Comunicação da Funpresp-Jud

Inadimplência bate recordes

19/08  -  Seja na condição de investidores ou na de emprestadores aos participantes dos planos que administram, interessa aos dirigentes de nossas entidades fechadas saber estar publicando o Valor Econômico em sua edição de hoje (19) matéria sob o título “ Inadimplência, em nível recorde, não dá sinal de trégua “.  Tal manchete dispensa detalhes, bastando dizer que, segundo o jornal,  as dificuldades atingem tanto as famílias como as empresas.  Para os assinantes é possível ler o texto na íntegra em  Inadimplência, em nível recorde, não dá sinal de trégua | Finanças | Valor Econômico

 

Outra fonte traz que  executivos de bancos afirmam que a qualidade do crédito no Brasil dificilmente melhorará nos próximos meses, visto que não há previsão de quando as taxas de juros historicamente altas do país terminarão.

Nicola Tingas, economista-chefe da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), aparece dizendo que vem  alertando há tempos para o elevado nível de endividamento das famílias e alavancagem das empresas​.

Por sua vez, uma terceira fonte traz nessa quarta-feira (19) que o número de empresas em recuperação judicial saltou 65,8% entre o segundo trimestre de 2023 e igual período de 2026, segundo dados da consultoria RGF.  Os assinantes podem ler na íntegra em Recuperação judicial avança 65,8% com juros altos - 18/08/2026 - Economia - Folha

FontesValor  +  Infomoney  +  Bloomberg  + Folha de S. Paulo  +

Mais da metade dos brasileiros fica sem dinheiro antes do final do mês

19/08  -   Mais da metade dos trabalhadores brasileiros não consegue chegar ao fim do mês com dinheiro suficiente para pagar todas as despesas. É o que mostra a Pesquisa de Saúde Financeira dos Trabalhadores 2026, da Serasa Experian, divulgada nesta terça-feira (18).

Segundo o levantamento, 53% dos entrevistados ficam sem recursos depois de receber o salário e atravessar o mês. O resultado é praticamente igual ao registrado em 2025, quando o percentual era de 54%.

No total, 47% afirmam conseguir chegar ao fim do mês com dinheiro sobrando ou disponível.

FontesCNN + Correio Braziiense  + Monitor Mercantil  + Valor  +

 

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