
Segunda-feira, 13 de julho
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
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Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.
Editor: Jorge Wahl. Digital: Tom Cândido.
apoio

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O digital
desafia
o idoso
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Um novo e crescente movimento nascido entre intelectuais
chama a atenção para a exclusão do idoso.
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A digitalização galopante, não só de notícias e relações sociais, mas de serviços financeiros, comércio e até das políticas públicas, está isolando os idosos, diz em artigo em O Globo a jornalista Flávia Oliveira.
O texto alude a um novo e crescente movimento nascido entre intelectuais e que chama a atenção para a exclusão do idoso, desconfortável ao topar com o desafio cada vez mais frequente do digital.
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No ano passado 95% dos lares e nove em cada dez brasileiros contavam com acesso à internet. A proporção alcança o teto de 96% nas faixas etárias entre 20 e 49 anos; mas entre os 60 + cai para 74,5%. Diante disso a autora do texto observa que " a falta de letramento digital é a nova face do analfabetismo ". Mesmo porque as dificuldades enfrentadas pelos mais idosos são várias.
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Ao mesmo tempo em que idosos estão entre as principais vítimas dos golpes financeiros digitais, que se multiplicam no país.
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Por outro lado, de outra fonte chega a notícia de que no fim de maio último o governo federal encerrou a consulta pública para a criação do “guia orientativo para o desenvolvimento de competências digitais e midiáticas da pessoa idosa no Brasil”.
O relatório da Conferência Livre Nacional “Pelo direito da pessoa idosa à educação digital para ampliação do acesso ao cuidado integral” (CLNDPI-EDigital) aponta uma lista extensa de desafios. Para começar, basta pensar no idoso que depende de um plano de dados pré-pago e limitado, utilizando um smartphone com interface pouco amigável. Ele pode até ser capaz de trocar mensagens em aplicativos, mas a situação fica bem mais complicada se precisar preencher formulários do governo (Gov.br) ou checar seus benefícios previdenciários (Meu INSS).
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​Oba
Fontes: O Globo + G1 + Instituto MAG de Longevidade + ​
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Gestão : Pesquisa conclui que altas lideranças das empresas não estão "saudáveis"
​Oba
Pesquisa destinada a avaliar como anda a saúde de mais de 400 altos executivos e lideranças corporativas, considerando os 11 pilares da chamada saúde vista de forma integrada - física; mental/emocional; relacionamentos; carreira; finanças; lazer; propósito/espiritualidade; autoconhecimento; ambiente físico; educação/conhecimento; e contribuição social - concluiu que nenhum deles atingiu a "zona saudável".​​​
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Para os pesquisadores envolvidos no projeto, se isso acontece com as altas lideranças, a conclusão inescapável a tirar é que se os colaboradores de maneira geral forem incluídos fica ainda mais evidente que o cuidado com a saúde por parte das empresas é muito mais discurso do que algo que se comprova na prática. Os assinantes podem ler a matéria na íntegra em Pesquisa acende alerta sobre o bem-estar dos líderes | Carreira | Valor Econômico
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Fontes: Valor +
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Previ indica seu ex-presidente para o Conselho da Vale
Oba
A Previ indicou seu ex-presidente José Maurício Coelho para ocupar a vaga de Daniel Stieler no conselho de administração da Vale, diz jornal. Coelho disputará o assento no colegiado, em votação no próximo dia 22, com a executiva Ieda Gomes Yell, indicada por outros acionistas e que atua profissionalmente como conselheira de grandes empresas multinacionais, como o Grupo Saint Gobain e o Bureau Veritas.
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Sobre o nome sugerido pela Previ, o conselho disse que se absteve de recomendar pelo fato de Coelho não ter passado pelo processo formal de indicação da empresa. Já na eleição à presidência do colegiado disputam Manuel Lino Silva de Sousa Oliveira, conhecido como Ollie, (apoiado pela Previ) e Marcelo Gasparino da Silva.
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A Previ, de acordo com uma segunda fonte, argumenta que busca reforçar o caráter independente dos membros do Conselho da Vale. E argumenta que os nomes indicados por ela para a vaga de Stieler — José Mauricio Pereira Coelho, presidente da entidade de 2018 a 2021 — e para a presidência do Conselho — Manuel Lino Silva de Sousa Oliveira, conhecido como Ollie, executivo com décadas de carreira na mineração, que é conselheiro da empresa desde 2021 — seriam acima de qualquer suspeita. Entretanto, o mesmo jornal menciona a suspeita de que a entidade estaria na prática defendendo interesses políticos externos à companhia;​​
Oba
Fontes: O Estado de S. Paulo + O Globo +​
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Benefícios fiscais e sonegação drenam mais da metade da arrecadação do INSS
Iba
Mais da metade do valor que poderia ser arrecadado pela Previdência Social é perdido por meio de benefícios tributários, sonegação, inadimplência e litígios na Justiça, segundo estimativa feita por auditores da Receita Federal.
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A explicação é que de R$ 100 que poderiam ser arrecadados, apenas R$ 44 são de fato recolhidos. Imunidades constitucionais, regimes especiais, como o MEI e outras condições especiais estabelecidas na legislação correspondem a R$ 28 que deixam de entrar nos cofres do INSS. A sonegação responde por R$ 22, enquanto as contestações de cobrança e valores lançados, mas não recolhidos, representam R$ 6. Os assinantes do jornal podem ler a matéria na íntegra em Benefício fiscal e sonegação corroem 56% da Previdência - 12/07/2026 - Economia - Folha
Aposentadoria especial poderá
custar R$ 7,8 bilhões à União
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Julgamento do STF declarando inconstitucional a exigência de idade mínima para a concessão da aposentadoria especial a trabalhadores expostos a agentes nocivos à saúde, conforme a reforma da Previdência de 2019, poderá elevar em R$ 7,8 bilhões as despesas da União entre 2026 e 2030. Os assinantes podem ler a matéria na íntegra em Aposentadoria especial pode custar R$ 7,8 bi mais após decisão do STF | Brasil | Valor Econômico
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Oba
Fonte: Folha de S. Paulo + Valor +
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Novos casos de câncer devem quase dobrar até 2050, avisa a OMS
Oba
Especialmente aos dirigentes das mais de duas dezenas de entidades fechadas que atuam na área da saúde deve interessar saber ter a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicado alerta para o aumento de quase 100% dos novos casos de câncer até 2050. Segundo relatório divulgado pela OMS, são estimados 20,6 milhões de novos casos e quase 10 milhões de óbitos por ano.
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O câncer é a segunda principal causa de morte no mundo, ficando atrás apenas de doenças cardiovasculares. A Organização aponta que, "sem uma ação urgente", o número de casos anual deve chegar a quase 35 milhões até 2050.
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A diretora da Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer, Elisabete Weiderpass, afirma que, embora tenham reduções em algumas taxas de câncer em países que implementaram políticas de prevenção, o progresso tem sido lento demais.
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O relatório também mostra que 87% das mulheres com câncer de mama sobrevivem cinco anos após o diagnóstico em países de alta renda, e apenas cerca de 42% conseguem o mesmo em países de baixa renda.​​
Oba
Fontes: CNN + O Globo + UN News + G1 + Correio Braziliense + O Estado de S. Paulo +
RH : NR-1 pede um novo olhar para dentro
A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 mudou o patamar da discussão sobre saúde mental dentro das empresas brasileiras. Com a inclusão expressa dos fatores de risco psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, a NR-1 passou a exigir que as organizações tratem esses riscos de forma estruturada, documentada e integrada ao Programa de Gerenciamento de Riscos.
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Para as empresas, o desafio está em transformar a exigência regulatória em prática de gestão. Isso significa revisar o PGR, atualizar inventários de risco, capacitar lideranças, fortalecer canais de escuta, registrar medidas preventivas, acompanhar indicadores e avaliar continuamente se as ações adotadas estão reduzindo os riscos identificados.
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Na prática, a mudança desloca o tema do campo das iniciativas isoladas de bem-estar para o centro da gestão de segurança e saúde no trabalho. Riscos associados à organização do trabalho, à pressão excessiva, à falta de clareza de função, ao assédio, à baixa autonomia, à ausência de suporte, à comunicação deficiente e a situações de violência ou isolamento passam a exigir identificação, avaliação, controle e acompanhamento.
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Fonte: Mundo RH +
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​​Leia aqui algumas das matérias na íntegra em
​Exclusão digital de idosos é a nova face do analfabetismo
Por que a Previ quer mudar o Conselho de Administração da Vale? Veja o que está em jogo na disputa
Benefício fiscal e sonegação corroem 56% da Previdência - 12/07/2026 - Economia - Folha
Novos casos de câncer devem quase dobrar até 2050, alerta OMS | CNN Brasil
OMS pede ação urgente: novos casos de câncer devem quase dobrar até 2050 | ONU News
Câncer: 92% da população global será afetada pela doença, diz OMS | G1
OMS prevê que novos casos de câncer devem quase dobrar até 2050
NR-1 leva riscos psicossociais ao centro da gestão corporativa - Mundo RH​

