
Sexta-feira, 22 de maio
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
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puramente associativa.
Editor: Jorge Wahl. Digital: Tom Cândido.
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Aperto na
comunicação
Orçamento sofre pressão e fica cada vez mais
dependente da área demonstrar impacto,
eficiência e contribuição estratégica.
Estudo estima em R$29,9 bilhões o valor total destinado pelas empresas às atividades desenvolvidas por suas áreas de comunicação no Brasil em 2025. Para 2026, a projeção é de R$30 bilhões, o que representa uma variação nominal de 0,5%. Esses números constam de um levantamento feito junto à 129 companhias (representativas o bastante para permitir estimativas) pela ABERJE - Associação Brasileira de Comunicação Empresarial em parceria com a FGV.
“Os dados sugerem que a comunicação empresarial brasileira entrou em uma fase de maior disciplina orçamentária, na qual a preservação de recursos depende cada vez mais da capacidade de demonstrar impacto, eficiência e contribuição estratégica”, explica Leonardo Müller, economista-chefe da Aberje.
A leitura da série histórica aponta para a reversão do ciclo de expansão observado entre 2021 e 2023. Segundo a análise consolidada no levantamento, o setor passa a registrar dois anos consecutivos de queda nominal e três anos de retração em termos reais, movimento associado a um ambiente corporativo mais cauteloso em relação à alocação de recursos e a novos Investimentos.
Fonte: Aberje +
ASG: Servidores da Previc serão capacitados para reforçar a supervisão
ila
A Previc firmou um acordo de cooperação com a Associação Soluções Inclusivas Sustentáveis (SIS) para a realização de um curso técnico voltado à incorporação de critérios ASG em investimentos. A capacitação será realizada entre os dias 25 de maio e 5 de julho, reunindo 25 servidores da Previc, do Ministério da Previdência Social e do Ministério da Fazenda, informou comunicado da autarquia.
A iniciativa busca ampliar o conhecimento dos servidores sobre as melhores práticas na incorporação de aspectos climáticos e socioambientais na gestão de investimentos. De acordo com a Previc, o conteúdo considera as bases de dados existentes no país para identificação de riscos, além dos padrões IFRS S1 e S2, abrangendo diretrizes para planos de transição.
“Estamos evoluindo na percepção de risco sobre os ativos administrados. A utilização de critérios ASG na composição do portfólio de investimentos é importante e deve ser observada. Queremos ampliar a capacidade de avaliar os planos das entidades”, afirmou Alcinei Rodrigues, Diretor de Normas da Previc.
Além disso, o treinamento contribuirá para o aprimoramento do conhecimento técnico e instrumental da autarquia na verificação da aplicação da Resolução Previc nº 26/2025.
A Previdência pede mais que uma reforma,
precisa de um novo modelo, diz Devanir no Sul
Os números não deixam margem a dúvidas quanto as transformações pela quais passa o mercado de trabalho, com impacto direto sobre a Previdência e a renda do brasileiro na aposentadoria. Afinal, o Brasil conta com uma altíssima taxa de informalidade de 37,5%, o que representa 38,5 milhões de trabalhadores informais, ao mesmo tempo em que apenas 45% da população brasileira em idade produtiva contribui para o sistema previdenciário. Foi com base nesses e outros dados que o Diretor-Presidente da Abrapp, Devanir Silva, afirmou ao participar da abertura do 16º Encontro de Previdência Complementar Região Sul, evento realizado pela Previpar, em Foz do Iguaçu (PR), que o modelo previdenciário deve ter como foco a inclusão social.
“Hoje, grande parte da força de trabalho ou não contribui ou o faz com valores insuficientes para o exercício da cidadania futura. Precisamos de um projeto de inclusão”, destacou Devanir.
Entre os pleitos que a Abrapp defende para preencher esse vazio está proposta para o governo que assumirá em 2027 reformule a atual estrutura previdenciária social e complementar. “O que temos hoje é para um país que não existe mais. E nessa visão não cabe mais apenas uma reforma superficial”, defendeu. É que, segundo ele, ajustes paramétricos, ampliação do tempo de contribuição ou novas alíquotas não serão mais suficientes.
Nessa direção, disse Devanir, “precisamos refletir sobre o modelo previdenciário com foco na inclusão social a partir de um regime híbrido, com a previdência social exercendo seu papel para uma camada da população e uma capitalização obrigatória para os profissionais que têm essa condição, evitando uma transferência de encargos entre gerações”, detalhou. Ao mesmo tempo em que o pagamento de micro pensões entra como parte da solução para ampliar a cobertura previdenciária dos trabalhadores autônomos.
O diagnóstico apresentado por Devanir encontrou eco na fala do Diretor-Superintendente da Previc, Ricardo Pena. Ele apontou como exemplo o modelo de supervisão baseada em riscos da autarquia, por sua eficácia comprovada, conforme demonstrou o episódio do Banco Master. Ao contrário de outros segmentos do mercado financeiro, as EFPC não tinham exposição aos ativos da instituição.
Fontes: Blog Abrapp em Foco + Comunicação da Previc +
Despesas previdenciárias sobem R$ 11 bilhões
ao
Oba
As despesas previdenciárias subiram R$ 11 bilhões no último bimestre. A informação deve constar no relatório bimestral de receitas e despesas, que será anunciado nesta sexta-feira, 22. A informação já havia sido dada ontem pelo Valor Econômico e apontada aqui no O que Diz a Mídia e reforçada hoje pelo O Estado de S. Paulo .
Em função disso, nesta quinta-feira o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o Governo aumentará o bloqueio de despesas no Orçamento no relatório a ser apresentado hoje. Fonte: O Estado de S. Paulo
Uber dos 60+ aumenta a frota
A Vô Contigo , uma espécie de Uber para pessoas 60+, celebra acordo com montadora para aumento da frota. A Nissan vai oferecer treinamento para os motoristas que prestam serviços à plataforma e serão disponibilizadas condições especiais para que esses profissionais comprem os carros.
Ao dar hoje a notícia, o jornal informa que a Nissan também vai oferecer treinamento para os motoristas que prestam serviços à plataforma, além de disponibilizar condições especiais para que esses profissionais comprem os carros.
Antes da parceria, os motoristas já passavam por aulas com uma gerontóloga, recebiam lições sobre processo de envelhecimento e sobre como proceder em contratempos que podem surgir no decorrer do atendimento. Fonte: Folha de S. Paulo +
Califórnia busca políticas públicas para frear substituição
de funcionários por IA
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Oba
O governador da Califórnia, Gavin Newsom, assinou nesta quinta-feira (21) uma ordem executiva para estudar mudanças nas políticas trabalhistas diante do avanço da inteligência artificial (IA). A medida busca preparar o estado para possíveis impactos da tecnologia no mercado de trabalho, especialmente em funções administrativas e de escritório.
Segundo o The New York Times, agências estaduais deverão trabalhar em conjunto com universidades, sindicatos e empresas de IA para analisar formas de incentivar companhias a manter funcionários, em vez de substituí-los por sistemas automatizados. O governo também pretende ampliar programas de qualificação profissional voltados a áreas que podem ser afetadas pela tecnologia.
A ordem executiva assinada por Newsom prevê a expansão de programas de treinamento profissional, com foco em trabalhadores de áreas como atendimento ao cliente, desenvolvimento de software, marketing e vendas.
Fontes: Olhar Digital + The New York Times +
RH : Empregadores só poderão ser multados numa segunda visita da fiscalização
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Oba
A NR-1, o normativo que agora coloca os riscos psicosociais a que estão sujeitos os trabalhadores sob a responsabilidade dos empregadores, entra em vigor em sua nova fase no próximo dia 26. Mas há ainda muitas dúvidas e questões envolvendo a Justiça.
Detalhe importante é ter o Ministério do Trabalho e Emprego informado que a fiscalização vai começar no esquema de dupla visita, em que a primeira tem caráter de orientação. A partir da segunda, 90 dias depois, passam a ser aplicáveis medidas administrativas, inclusive autos de infração. São considerados fatores de risco, segundo o Ministério, metas e jornadas excessivas, ausência de suporte, assédio moral, conflitos interpessoais e a falta de autonomia.
Fontes: Valor
Leia algumas das matéria na íntegra em:
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Orçamento terá bloqueio maior e corte será na ‘carne’, diz Durigan | Brasil | Valor Econômico
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Nissan faz parceria com plataforma que é Uber dos 60+ - 21/05/2026 - Painel S.A. - Folha
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Califórnia quer frear impacto da IA no mercado de trabalho
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São considerados fatores de risco, segundo o Ministério, metas e jornadas excessivas, ausência de suporte, assédio moral, conflitos interpessoais e a falta de autonomia.

