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Quarta-  feira,  9 de setembro
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor  deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso. 
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.


Editor: Jorge Wahl.  Digital: Tom Cândido.
 

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Fundos reagem

em agosto

                  

 Renda fixa ajuda fundos a registrarem entrada

líquida de R$ 33,9 bilhões em agosto

Os fundos de investimento registraram entradas líquidas de R$ 33,9 bilhões em agosto, revertendo o saldo negativo de R$ 15,6 bilhões observado em julho, segundo dados da Anbima. No ano, a captação líquida da indústria está positiva em R$ 261 bilhões.

O resultado foi impulsionado principalmente pelos fundos de renda fixa, que passaram de uma saída líquida de R$ 17,6 bilhões em julho para uma entrada de R$ 47,2 bilhões em agosto. O destaque ficou para os fundos do tipo duração livre crédito livre, responsáveis por ingressos líquidos de R$ 14,9 bilhões no mês. Esses fundos investem mais de 20% da sua carteira em títulos de médio e alto risco de crédito no Brasil ou exterior.

Também encerraram agosto no campo positivo os ETFs (Exchange Traded Funds), com captação líquida de R$ 778,5 milhões, os FIPs (Fundos de Investimento em Participações), com R$ 699,8 milhões, e os fundos cambiais, com R$ 419,1 milhões.

Os fundos de ações, por sua vez, encerraram agosto com captação líquida negativa de R$ 512,4 milhões, resultado melhor do que o registrado em julho, quando as saídas chegaram a R$ 1,5 bilhão. No acumulado do ano, os resgates somam R$ 8,1 bilhões. Assim como nos multimercados, os fundos do tipo livre concentraram as maiores retiradas, no total de R$ 11,9 bilhões, enquanto os fundos de investimento no exterior lideraram as captações, com entradas líquidas de R$ 12,8 bilhões.

Também apresentaram captação líquida negativa os FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios), com saídas de R$ 3,2 bilhões, os fundos de previdência, com retiradas de R$ 2,6 bilhões, e os Fiagros (Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais), com perdas de R$ 54,4 milhões.

 

FontesAnbima  +

2034 e para o FMI já em 2027

Com as carteir

FontesO Estado

 

2034 e para o FMI já em 2027

Com as carteir

FontesO Estado

 

 

 

 

 

2034 e para o FMI já em 2027

Com as carteir

FontesO Estado

 

2034 e para o FMI já em 2027

Com as carteir

FontesO Estado

2034 e para o FMI já em 2027

Com as carteir

FontesO Estado

 

 

 

 

O fim aos 75 anos

 

08/09  -    A longevidade é obviamente bem vinda, encarada mesmo como uma conquista. No entanto, quando começa a discussão sobre o quanto deve ser estendida a unanimidade parece desaparecer, fruto em grande parte da ameaça que pesa sobre a qualidade de vida a partir de determinado ponto da trajetória humana. É o que vem a tona no artigo do historiador Leandro Karnal na edição de domingo do jornal O Estado de S. Paulo e que pode ser lido  pelos assinantes na íntegra em   Viver por ‘tempo demais’ pode se tornar um problema? - Estadão

 

O autor do artigo cita o doutor Ezekiel J. Emanuel: oncologista, bioeticista, vice-reitor de iniciativas globais da Universidade da Pensilvânia, e um dos arquitetos do Obamacare, na opinião de quem viver tempo demais também pode virar um problema.  É que estamos vivendo bem mais em anos cronológicos, mas menos em qualidade e capacidade.

 

Afinal, por volta dos 75 anos as capacidades cognitivas e físicas entrariam em declínio tal que os anos restantes se tornariam um fardo, tanto para o próprio indivíduo quanto para quem o ama.

 

O argumento não é a favor da eutanásia nem do suicídio. Emanuel esclareceu que não pretende encerrar a vida aos 75, mas parar de fazer esforços para prolongá-la. As medidas que diz que recusará a partir daquele aniversário: rastreamento de câncer (por exemplo, colonoscopias ou exame de PSA); marca-passo, desfibrilador, troca de válvula cardíaca ou ponte de safena; tratamentos para câncer após essa idade; vacinas contra a gripe; antibióticos e, por fim, qualquer intervenção heroica. O médico anuncia que aceitaria apenas cuidados paliativos para alívio do sofrimento.

Os interessados podem saber mais também lendo

Longevidade: dicas para viver mais e com qualidade

Longevidade: 10 hábitos que ajudam a viver mais e com mais saúde

Oba

FontesO Estado de S. Paulo  +  Correio Braziliense  +  UOL

Trabalhadores por apps crescem 36,8% em 3 anos e poucos contribuem para a Previdência

08/09  -   Na tarde de sexta-feira (4) digitalmente e no sábado  (5) nos jornais impressos, toda a mídia abriu grandes espaços para a pesquisa do IBGE mostrando o rápido e enorme crescimento do contingente de brasileiros que trabalham através dos aplicativos e sem contribuir para o  INSS. Nesse ponto, aliás, cabe lembrar que não por acaso essa vem sendo uma preocupação central para a ABRAPP, que publicamente vem defendendo , com  base em estudos internacionais, modelo global  pelo qual esses trabalhadores contribuiriam e no futuro receberiam micro pensões.

O número de trabalhadores que têm nas plataformas trabalho principal cresceu 36,8% em três anos, passando de 1,3 milhão, no ano de 2022, para 1,8 milhão em 2025, em que houve um aumento de 9,1%.

A participação desses trabalhadores nesse mercado também vem crescendo. Em 2022 representavam 1,5% dos ocupados no setor privado, em  2024 já eram 1,9% e no ano passado chegaram a 2%, em universo de 89,6 milhões de ocupados.

Sem esquecer que, segundo a mídia,  a jornada de trabalho por apps é 5,4 horas maior que a de outras ocupações no País.

Por fim, encerrando a parte que mais nos interessa desse noticiário, em 2025 apenas 19,4%  dos condutores de motocicletas que trabalhavam  por plataformas contribuíam para a Previdência, contra 37,1% entre os que exerciam a mesma atividade fora das apps.+

30% dos MEIs 

já tiveram 

carteira assinada

A notícia a seguir pode interessar aos formuladores das políticas de fomento da previdência complementar fechada. É  que estudo do Ministério do Trabalho diz que ao redor de uma terça parte dos MEIs (microempreendedores individuais) existentes atualmente  é formada por trabalhadores que tinham antes carteira de trabalho assinada até se tornarem pessoas jurídicas (PJs).

Há hoje 16,75 milhões de trabalhadores enquadrados como MEIs.

FontesToda a Mídia  +  Valor  + Folha de S. Paulo  + Monitor Mercantil  (RJ) +

A reforma da Previdência entra na pauta, mostram jornais

08/09  -    A Folha de S. Paulo e O Globo deixaram evidente neste final de semana com feriado o ingresso da reforma da Previdência na pauta de temas prioritários do País. O segundo jornal publicou editorial, onde diz que as despesas do INSS equivalem a 8% do PIB e, com o envelhecimento da população, chegarão a mais de 17% até o fim do século.

Por isso, continua o jornal, é oportuno um estudo de economistas do Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS) apresentado aos candidatos à Presidência. O trabalho propõe alterações nas regras atuais para que o país chegue a 2070 com o rombo da Previdência apenas ligeiramente maior que o registrado hoje e se estabilize nesse patamar.

Os economistas sugerem uniformizar 67 anos e 20 anos de contribuição para todos os trabalhadores. Para evitar mudança abrupta, a proposta é elevar a idade mínima em seis meses a cada ano. Como mulheres arcam com maior carga quando os filhos são pequenos, ganhariam créditos equivalentes a 1 ano e meio de contribuição por filho. Sugere ajustar automaticamente a idade mínima de aposentadoria pelo aumento da expectativa de vida. Além disso o sistema passaria a contar com contas individuais num modelo híbrido entre a “repartição” e a “capitalização”.

“Uma fração de cada aposentadoria continuará a ser financiada pelo regime de repartição, mas uma parcela passará a ser custeada por capitalização financeira”, diz o estudo. Os assinantes podem ler o editorial na íntegra em  Nova reforma da Previdência tem de ser duradoura

O outro jornal informa ter o ministro da Fazenda, Dario Durigan, dito que um novo mandato petista não descartaria fazer mudanças na Previdência Social no futuro. No entanto, o tema não está em discussão agora, acrescentou.

O mesmo jornal traz dois artigos. Num deles o economista Paulo Tafner, economista e diretor-presidente do Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS), afirma que a demografia, o mercado de trabalho e as contas públicas indicam que o país terá de discutir uma nova rodada de mudanças. Os assinantes podem ler na íntegra em  O Brasil tem urgência em fazer uma nova reforma da Previdência? SIM - 04/09/2026 - Opinião - Folha

No outro artigo  Milton Baptista de Souza Filho, economista e presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi),  critica quem defende uma nova reforma por estar   procurando resolver os problemas fiscais impondo novos sacrifícios aos trabalhadores brasileiros.

Para ele a solução está em buscar novas fontes de financiamento, combater a sonegação, cobrar das dívidas previdenciárias e implementar políticas que fortaleçam o emprego formal e ampliem a base de contribuintes. Os assinantes podem ler o texto na íntegra em  O Brasil tem urgência em fazer uma nova reforma da Previdência? NÃO - 04/09/2026 - Opinião - Folha

FontesFolha de S. Paulo  +  O  Globo  +

Perto de  15% dos idosos têm transtorno mental, aponta a OMS

08/09  -    A depressão na terceira idade nem sempre se manifesta pela tristeza e, muitas vezes, vem acompanhada de sintomas pouco óbvios, como apatia, dores físicas persistentes ou até falhas de memória. O surgimento dessa condição, no entanto, não é raro. Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) apontam que cerca de 15% das pessoas com 70 anos ou mais convivem com algum transtorno mental.

Nessa faixa etária, a depressão e a ansiedade estão entre os problemas mais comuns, mas que permanecem, frequentemente, sem diagnóstico e tratamento.

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FontesCNN  +  Terra  +  Jornal  Correio  +  Correio do Estado  +

Dívida pública deve superar o PIB em 2034 e para o FMI já em 2027

08/09  -     Com as carteiras de nossas entidades fechadas carregadas de títulos públicos, certamente aos seus dirigentes interessa saber terem economistas consultados pelo Banco Central projetado para 2034, daqui a 8 anos portanto,  o momento em que a dívida pública, atualmente em 82,5%, irá ultrapassar a marca dos 100% do PIB. A previsão anterior é que isso só aconteceria em 2035.

Entretanto. no entender do FMI, que calcula diferente, a marca deve chegar muito antes disso, na verdade já no ano que vem.

Ao dar a notícia ontem (7), o jornal observa que isso também acontece em países desenvolvidos e na China, mas nota que tais nações reúnem condições mais favoráveis para sustentar níveis elevados de endividamento, como moedas fortes.  Os assinantes podem ler a matéria na íntegra em  Notícia no Seu Tempo: Dívida pública deve superar o PIB em 2034, prevê mercado - Estadão

FonteO  Estado de S. Paulo +

INSS: Com o fim da MP margem consignável sobe e volta a ser de 45%

08/09  -     Com as entidades fechadas tão presentes no segmento de empréstimos (aos participantes), convém saber que  com o fim na semana passada da validade da Medida Provisória (MP) 1.355/2026, a margem consignável total para a tomada de crédito por parte dos aposentados e pensionistas do INSS voltou a ser de 45%, sendo 35% para empréstimos e financiamentos com desconto em folha e o restante para as demais modalidades.

 

Vale lembrar que a margem é o limite mensal de renda que os segurados podem comprometer com o pagamento das parcelas do empréstimo.

FontesEXTRA  (RJ)  +  

 

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