
Quarta-feira, 4 de março
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso.
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.
Editor: Jorge Wahl. Digital: Tom Cândido.
apoio

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Mais perto
do social
É lançado Guia de
investimento com impacto social
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A um segmento como o nosso, socialmente comprometido e visto como fruto de um esforço coletivo em meio a sociedade - trabalhadores, patrocinadoras e instituidores - naturalmente interessa e muito a notícia a seguir: um novo guia ensina o passo a passo para empresas realizarem o ISP (Investimento Social Privado) como parte das estratégias de sustentabilidade, com foco em promover impacto positivo na sociedade. O manual foi lançado nesta terça-feira por meio de uma parceria entre a Anbima, , a B3, a CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) e Febraban (Federação Brasileira dos Bancos).
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O Guia do ISP está disponível na íntegra em Guia_ISP_2026_Anbima_B3_CNseg_Febraban.pdf
"O investimento social privado é uma forma das empresas contribuírem para o enfrentamento dos desafios socioambientais do Brasil, ao mesmo tempo em que aumentam a resiliência das companhias, fortalecem suas estratégias ESG, beneficiam investidores e contribuem para retornos sustentáveis no longo prazo", explica Luiz Sorge, diretor da Anbima.
O ISP é uma ferramenta para direcionar recursos privados para projetos com foco social que se conectam à área de atuação de cada empresa, ou seja, ao "core business" das companhias. A abordagem permite que a companhia gere impacto social positivo e cria valor em diversas frentes, como transparência, reputação e relação com stakeholders.
“O guia ajuda as empresas a conectarem o ISP aos temas materiais do negócio, com governança, indicadores e prestação de contas. Desta forma, o investimento social deixa de ser pontual e passa a compor a estratégia de valor da companhia”, avalia Fabiana Prianti, head da B3 Social.
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Por sua vez, pela Folha de S. Paulo chega a notícia de que perto de 87% das empresas que operam no Brasil investem socialmente somente após os desastres, sendo que apenas 10% fazem isso de modo a preveni-los e 15% em adaptação climática, segundo o relatório Perspectivas para a Filantropia no Brasil 2026, elaborado pelo Idis (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social). Os assinantes do jornal podem ler a matéria na íntegra em Apenas 10% das empresas investe em prevenção de desastres - 03/03/2026 - Painel S.A. - Folha
​​Fontes: Anbima + B3 + CNSeg + Folha de S. Paulo +​​
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RH : Número de ações trabalhistas e valor pago em processos na Justiça do Trabalho batem recordes​
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Os números fornecidos pela Justiça do Trabalho são superlativos e indicam que um recorde foi batido, ao mostrar que as empresas pagaram R$ 50,7 bilhões como resultado de ações trabalhistas no ano passado. Este foi o maior valor da história, sendo esta a primeira vez que os valores desembolsados ultrapassaram os R$ 50 bilhões.
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A disparada acompanha o crescimento do número de ações trabalhistas, que bateu mais um recorde. Foram nada menos de 2,3 milhões de novos processos nas varas do trabalho em 2025, o que significou um aumento de 8,7% em relação ao ano anterior (2,1 milhões).
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Em 2021, alguns anos após a reforma trabalhista que freou um pouco os números, a quantidade de processos voltou a aumentar. O motivo apontado por especialistas foi uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). A reforma havia obrigado quem perdesse ações na Justiça a pagar os custos do processo, como perícias e honorários da outra parte. O STF derrubou essa norma para pessoas de baixa renda, beneficiárias da justiça gratuita.
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Uma norma instituída pelo TST facilitou ainda mais a judicialização, segundo analistas. A Corte permitiu que pessoas acessassem a justiça gratuita por mera autodeclaração, sem comprovação dos bens e da real necessidade financeira. Um estudo do sociólogo José Pastore mostrou que pessoas ganharam o benefício por meio desse instrumento mesmo ostentando riquezas. ​​​​​​​​​​Fontes: Terra + O Estado de S. Paulo + Conselho Superior da Justiça do Trabalho +​​​
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Crescimento do déficit pede nova reforma da Previdência, analisam dois jornais ​
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Sob o sugestivo título de "Reforma da Previdência n]ao pode esperar, o jornal O Estado de S. Paulo publica hoje (4) editorial onde diz que que " o rombo previdenciário avançou mais de 62% em apenas dez anos e chegou a R$ 442 bilhões em 2025, apesar do alívio da reforma de 2019, tornando inadiável uma nova mudança ".
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Em outro jornal, o Valor Econômico, também hoje a jornalista Lu Otta faz uma longa análise do debate que envolve as escolhas que a Previdência brasileira terá que fazer em algum momento cada vez mais próximo. Ela lembra que "o conflito que se espalha pelo Oriente Médio deverá provocar aumento dos juros no mundo inteiro. Aqui no Brasil, esse movimento se reflete em taxas igualmente mais elevadas para financiar a dívida pública, o que torna ainda mais necessário obter saldos positivos nas contas públicas.
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Daí que, por exemplo, diz ela, " em algum momento será necessário decidir se o salário mínimo crescerá menos ou se as despesas previdenciárias deixarão de ser vinculadas a ele".
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Como proporção do Produto Interno Bruto (PIB), passou de 2,64% em 2015 para 3,42% em 2025, apesar do freio da reforma histórica de 2019, que impediu avanço ainda mais agressivo. Os cálculos, feitos pelo Tesouro Nacional, a pedido do jornal Valor, apontam a incorporação de mais de R$ 170 bilhões ao déficit previdenciário no período e evidenciam o que já é voz corrente: é preciso uma nova reforma.
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Voltando ao primeiro jornal, o texto lembra que no ano passado um levantamento da FecomercioSP estimou que o déficit previdenciário caminha para chegar a R$ 810 bilhões até 2040, caso uma nova reforma não venha a reduzir o desequilíbrio financeiro do sistema. São apenas 14 anos à frente.
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Por sua vez, studo do economista Rogério Nagamini, especialista em Previdência, traz resultado semelhante. Segundo ele, mantido o ritmo de crescimento das despesas de 2025, o gasto pode dobrar a cada 17 anos, nível infinitamente superior às previsões da evolução do PIB.​​​​
​​​​​​​​​​​​​​​Fonte : O Estado de S. Paulo + Valor +
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Empréstimos: INSS estuda apertar regras do consignado​
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Em um novo esforço para evitar fraudes nos empréstimos consignados, o INSS deverá apertar as regras em sua concessão. Por exemplo, a anuência do beneficiário passará a ser feita em duas fases.
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Além disso, a liberação do dinheiro das parcelas do financiamento para a instituição financeira somente será feita após a juntada do contrato no sistema na Dataprev. O assinante do jornal pode ler a matéria na íntegra em Exclusivo: INSS vai editar novas regras para evitar fraudes no crédito consignado e prepara ‘leilão’ | Finanças | Valor Econômico
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O assunto naturalmente interessa às nossas associadas, bastante presentes nesse mercado de empréstimos através daqueles que concede aos seus participantes.
​​​​Fonte : Valor +
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​Leia aqui na íntegra algumas das matérias publicadas em suas fontes originais :
​Anbima, B3, CNseg e Febraban lançam guia prático sobre investimento social privado – ANBIMA
Reforma da Previdência não pode esperar - Estadão
Capitalização na Previdência, o debate | Brasil | Valor Econômico
Empresas gastam mais de R$ 50 bilhões em ações trabalhistas em um ano pela 1ª vez na história
