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Sexta-feira,   13 de fevereiro

Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor  deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso. 
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.


Editor: Jorge Wahl.  Digital: Tom Cândido.
 

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Previdência

pede reforma

 

A Previdência, diz a revista britânica The Economist

é um dos problemas "gigantes"

que afligem a economia brasileira

 

A Previdência, diz texto publicado nesta semana pela revista britânica The Economist ,  é um dos problemas "gigantes" que afligem a economia brasileira. Custa ao governo 10% do PIB e, se nenhuma reforma for feita até 2050, o Brasil gastará com aposentadorias (como proporção do PIB) mais do que muitos países mais ricos e mais envelhecidos.

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“Embora a proporção de jovens no Brasil seja semelhante à do Chile ou do México, seu gasto previdenciário já está no nível do Japão. E isso apesar de uma modesta reforma em 2019, que introduziu uma idade mínima de aposentadoria”, diz a revista, destacando que a população está envelhecendo rapidamente.

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Sem reformas, diz o artigo, o déficit da seguridade social — isto é, a diferença entre contribuições e pagamentos — deve subir dos atuais 2% do PIB para mais de 16% até 2060.

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“Precisamos fazer reformas estruturais ambiciosas, como a reforma da Previdência, de cima para baixo”, diz à revista Dario Durigan, da Fazenda. “Não dá para ter pensões gigantes para militares e juízes enquanto cortamos as dos mais pobres.”

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Em 2025, registra outra fonte, as despesas com o INSS estouraram pela primeira vez a casa do R$ 1 trilhão e devem passar de 8% do PIB, de acordo com a estimativa do governo. A diferença entre o que havia em caixa e o que o governo federal teve que colocar a mais para honrar os compromissos do INSS foi de mais de R$ 320 bilhões – R$ 17 bilhões a mais do que no ano anterior.

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Ao mesmo tempo em que o Brasil passa por um envelhecimento da população mais rápido do que o de países europeus. No ano 2000, a expectativa média de vida do brasileiro era de 71 anos. Em 2020, subiu para quase 75. Em 2050 vai ultrapassar os 81 anos. A previsão do Ministério da Previdência é de que o número de aposentados dobre nos próximos 30 anos, enquanto o número de pessoas que pagam a contribuição ao INSS permaneça o mesmo.

 â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹Fontes  :   The Economist +  Infomoney + Rede Globo / â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹â€‹

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Recuo da previdência aberta afeta as seguradoras​

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Informações disponibilizadas nesta semana em sites especializados mostram o quanto as seguradoras se ressentiram  dos maus resultados registrados pela previdência aberta no ano passado.

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No campo da arrecadação, os números refletem dinâmicas distintas entre os segmentos. Até novembro, o setor segurador, desconsiderando a Saúde Suplementar, arrecadou R$ 376,2 bilhões, queda de 4,7% em relação ao ano anterior. O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, explica que “o recuo não deriva de uma retração generalizada da demanda por produtos de seguros, mas está fortemente concentrado em um segmento específico: os planos de Previdência Aberta”.
 

As contribuições da Previdência, no período analisado, recuaram 19,7%, enquanto os resgates e benefícios pagos avançaram 14,9%, reduzindo a captação líquida para R$ 4,7 bilhões, queda de 91,5% frente ao ano anterior. Em novembro, pelo quarto mês consecutivo, o saldo foi negativo, em R$ 2,5 bilhões, ante o saldo positivo de R$ 7,0 bilhões no mesmo mês de 2024.
 

“O movimento está associado à incidência de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre aportes superiores a R$ 300 mil em uma mesma entidade, nos planos da família Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL)”, explicou Oliveira.  Fontes  :   Sonho  Seguro +  CQCS  +

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Cresce a aposta na volta dos IPOs em 2025​​

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Sem citar a questão fiscal e, pelo contrário, alinhando uma série de aspectos positivos para a economia brasileira em 2026, o presidente do Citi Brasil, Marcelo Marangon,  está confiante em que as ofertas públicas iniciais de ações (IPOs) retornarão neste ano, inclusive já no primeiro semestre. “Temos um país de dimensão continental, com 220 milhões de consumidores, reservas internacionais adequadas, sistema financeiro sólido, um banco central independente e uma perspectiva de crescimento sólido em vários setores”, resume.

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O fato é que Marangon não está sozinho ao se mostrar confiante. Dias atrás o presidente do Santander Brasil, Mario Leão, também projetou que “algumas” empresas entrarão na Bolsa este ano. O CEO do Itaú Unibanco, Milton Maluhy, espera mais vendas em blocos e ofertas subsequentes de ações (follow-ons), mas considera uma janela de IPOs mais provável para depois das eleições.

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“Acho que o mercado reabre este ano”, reforçou por sua vez  o presidente da B3 Gilson Finkelsztain,  em encontro com jornalistas. Na mesma linha, Anderson Brito, head do Banco de Investimentos do UBS BB, diz que diversas empresas que tentaram fazer IPO no passado devem retomar os processos, "uma vez que o mercado apresenta melhores condições”, afirma​​​​​

Fontes  :   O Estado de S, Paulo + informoney +  Exame +

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Cibercrimionosos usam extensões do Chrome para atacar​​

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Relatório de segurança  revela mais uma campanha maliciosa envolvendo extensões do Chrome que se disfarçam de assistentes de inteligência artificial. Os atacantes criaram 30 extensões diferentes para o Chrome, cada uma com um nome, visual e identidade distintos, mas todas com o mesmo código interno e a mesma infraestrutura por trás.

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Uma extensão de navegador é um pequeno programa instalado dentro do Chrome, ou outro navegador, que adiciona funcionalidades extras à experiência de navegação. Bloqueadores de anúncio, tradutores e corretores de texto são exemplos comuns.  Fontes:   Tec Mundo  + Olhar Digital +​

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Saúde: Número de cirurgias eletivas cresce 40% e aprovação do SUS aumenta rápido

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As informações a seguir são particularmente importantes para as estratégias e planejamento dos dirigentes de entidades fechadas que atuam na área da saúde suplementar. A notícia é que a satisfação dos brasileiros com o Sistema Único de Saúde (SUS) cresceu 9 pontos percentuais entre 2022 e 2025, período em que passou de 34% para 45%. Os dados são da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

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Os números mostram que, entre 2022 e 2025, a quantidade de cirurgias eletivas, por exemplo, cresceu mais de 40%, passando de 10,8 milhões para 14,7 milhões - maior volume em 35 anos e acima do período pré-pandemia.

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Obesidade virou epidemia

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A obesidade, embora exista como condição humana há muito tempo, tornou-se um problema coletivo de grandes proporções nas últimas décadas, quando passou a crescer de forma contínua e global. Estudo do IESS - Instituto de Estudos da Saúde Suplementar mostra que o crescimento dos eventos assistenciais associados à obesidade ocorre de forma contínua ao longo da série histórica analisada (2015 a 2024), com aceleração a partir de 2020, indicando que a condição deixou de ser um fenômeno periférico e pontual e passou a integrar de forma estrutural o perfil epidemiológico dos beneficiários de planos de saúde. Leia a íntegra do estudo em  TD 117 - Obesidade e GLP1

 

Fonte  :   Jornal do Brasil  +  IESS  +

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​Leia aqui na íntegra as matérias publicadas em suas fontes originais :

​Especialistas defendem nova reforma da previdência e apresentam como referência pontos que ficaram de fora das regras aprovadas em 2019 | G1

Seguradoras devolvem R$ 243,8 bilhões à sociedade em 2025 - Sonho Seguro

Extensões falsas de IA no Chrome espiavam e-mail e microfone de 260 mil usuários | Seguranca

Satisfação de brasileiros com SUS supera média da América Latina

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Fonte: WIX
 

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