
Quinta-feira, 7 de maio
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Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.
Editor: Jorge Wahl. Digital: Tom Cândido.
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Quedas: 15% dos
idosos sob risco
Movimento entre cientistas e profissionais de saúde
defende política pública em favor de cuidados preventivos
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Nada menos de 15% dos idosos brasileiros sofrem alto risco de sofrer quedas. Com base nesse dado e estimativas populacionais os pesquisadores conseguem calcular que aproximadamente 3,5 milhões de pessoas com 60 anos ou mais podem estar sujeitas a esse tipo de acidente e suas consequências.
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O resultado vem de um estudo publicado na revista European Geriatric Medicine, que aplicou pela primeira vez o Algoritmo das Diretrizes Mundiais para Prevenção de Quedas (WGF, na sigla em inglês) a uma amostra representativa da população idosa brasileira.
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O estudo aponta implicações diretas para o sistema de saúde. Idosos em alto risco de quedas estão mais sujeitos a fraturas, hospitalizações e perda de independência, com impacto social e econômico significativo, especialmente em países com recursos limitados.
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Por conta disso há entre cientistas e estudiosos um movimento em curso para a criação de um Programa Nacional de Prevenção de Quedas, com o objetivo de orientar profissionais e o uso de instrumentos de saúde nos cuidados, inclusive os preventivos, dispensados aos idosos.
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Quedas frequentes e o medo constante de cair têm comprometido seriamente a qualidade de vida de pessoas idosas no Brasil. Segundo o Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil), esses episódios já são a principal causa de lesões graves entre a população idosa, afetando diretamente a mobilidade, a saúde mental e a independência funcional. Dados nacionais mostram que um em cada quatro idosos sofre ao menos uma queda por ano, índice que sobe para 40% entre aqueles com mais de 80 anos.
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Agora, um novo levantamento realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina de Itajubá (MG) e do Centro Universitário Ages (BA) revela uma realidade ainda mais alarmante. O estudo, conduzido com 400 idosos atendidos na Atenção Primária à Saúde no bairro do Belenzinho, na zona leste da capital paulista, encontrou uma prevalência de quedas de 63%, muito acima da média global estimada de 25% a 33%.
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​​Fontes: Portal do Envelhecimento e Longeviver + CNN +
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Investimentos: EFPCs estão preparadas para o novo ciclo que se abre para o Brasil​​​​
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Os números mostram que a renda fixa concentrou 85,2% dos ativos das entidades fechadas em 2025, enquanto a variável respondeu por apenas 7,6%. A Abrapp tem recebido questionamentos sobre essa concentração, mas ao abrir ontem o 15º Seminário de Investimentos, promovido pela Associação em São Paulo, seu Diretor-Presidente, Devanir Silva, garantiu que isso não significa de forma alguma imobilismo por parte dos gestores das carteiras das EFPCs.
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Pelo contrário, Devanir assegurou que as entidades fechadas estão preparadas para o novo ciclo que se abre com a queda dos juros e a abertura de novos cenários que encorajam investimentos na renda fixa e ativos alternativos. “Isso não significa, em hipótese alguma, uma postura passiva. Há um acompanhamento constante das oportunidades e uma preparação cuidadosa para um novo ciclo”, disse. Como os juros estão em patamar alto, prosseguiu, a renda fixa ao menos atualmente é “uma alocação coerente.”
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O presidente da Abrapp também defendeu maior alinhamento entre as instâncias de supervisão. Atualmente, há sobreposição na fiscalização do setor entre Tribunal de Contas da União (TCU) e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), o que acaba gerando insegurança jurídica. “Hoje, lidamos com um nível muito maior de complexidade, e o gestor precisa de segurança jurídica para exercer com responsabilidade o ato regular de gestão”, disse.​​
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Leia na íntegra as matérias publicadas pelo Blog Abrapp em Foco com o 1º dia do evento:
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Fontes: Valor + Blog Abrapp em Foco + Investidor Institucional + Broadcast +
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Saúde : Mercado privado de oncologia deve dobrar
ao
Oba
Aos dirigentes das entidades fechadas que atuam na área da saúde interessa saber que o envelhecimento da população deve dobrar as despesas anuais registradas no mercado privado de oncologia, fazendo subir tais cifras dos atuais R$ 100 bilhões para R$ 210 bilhões em 2030. As projeções são da JPG Financial Advisory.
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Detalhe: este é um segmento que cresce acima da área da saúde e tem poucos operadores.
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Essa é na verdade uma tendência global, com o aumento da incidência da doença por causa de fatores demográficos, ligados a hábitos de vida e alimentares e falta de prevenção, entre outros.
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O Brasil deve registrar 781 mil novos casos da doença por ano até 2028, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).
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Leia as matéria na íntegra em
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Setor de oncologia deve dobrar em 4 anos, com espaço para consolidação | Empresas | Valor Econômico
Tratamento de câncer vira foco de grandes grupos de saúde
​​​​Fonte: Valor + Investnews +​​​​
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