top of page

Sexta-feira,  16 de outubro
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor  deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso. 
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.


Editor: Jorge Wahl.  Digital: Tom Cândido.
 

apoio

aplicacao-conjunta-2.png
logo-conecta-solucoes-para-efpcs-branca.
logo_ancep_gray.png
Logo.png
Logo_Previpar_edited.jpg
logo Tchê Previdência.png.png




Acessos ao Blog
na semana
   

 

383

Fonte: Plataforma Wix

aniversário.webp

----

Ainda professora

ao completar

102 anos

                  

 Aracy vai três vezes por semana à escola que dirige.

“Ainda me sinto jovem para trabalhar”, diz sorrindo.

 

Aracy de Teixeira Lyra, perto de completar 102 anos em novembro. vai três vezes por semana à escola que dirige na zona norte do Rio, para trabalhar. Levanta cedo, chega ao colégio por volta das 9h.  “Ainda me sinto jovem para trabalhar”, diz sorrindo.

​

A rotina se repete todas as segundas, quartas e sextas-feiras. Aracy é a diretora da escola que ela mesma fundou há 73 anos, em 1953. 

​

A escola fica em Marechal Hermes, na zona norte do Rio. Lá, Aracy é celebridade e recebe homenagens com frequência. Formou gerações da mesma família e serviu de inspiração para alunos que hoje viraram colegas de profissão.

​

Recentemente uma aluna de 6 anos correu em sua direção e falou: ‘Meu avô foi seu aluno. Como ele faz para entrar em contato com a senhora?’”, lembra. Os assinantes podem ler a matéria na íntegra em  Ela tem 101 anos e dirige a escola que fundou há sete décadas: ‘Ainda me sinto jovem para trabalhar’ - Estadão

​​

Fontes:  O Estado de S. Paulo  +

 

 

​

Fundos de pensão: Os desafios serão maiores nos planos maduros

​

Os novos cortes esperados nos juros, somados a elevada concentração dos investimentos na renda fixa, notadamente em títulos públicos, são fatores que deverão reforçar os desafios a serem enfrentados pelos fundos de pensão brasileiros daqui para a frente. É assim que o jornal Valor Econômico abre a extensa entrevista que publica hoje (16) com o Diretor-Presidente da ABRAPP, Devanir Silva.

​

Isso significa que as entidades fechadas terão que administrar carteiras cada vez mais maduras, preservar os retornos contratados durante o período de juros elevados e garantir liquidez para honrar benefícios que continuarão sendo pagos por décadas. Ao mesmo tempo em  que, nota Devanir, a elevada proporção de benefícios concedidos exigirá uma gestão rigorosa dos ativos e passivos, diante do aumento da longevidade, uma vez que  91,8% das provisões matemáticas  já correspondem a benefícios concedidos.

​

Os desafios, claro, e o jornal desfila números mostrando isso, serão mais sentidos nos planos de benefícios definidos.

​

Para Devanir, embora a concentração em renda fixa, especialmente em títulos públicos indexados à inflação, seja compatível com a necessidade de previsibilidade e segurança no pagamento dos benefícios, a perspectiva de redução dos juros aumenta a importância da diversificação dos investimentos.

​

Segundo a Abrapp, a quantidade de planos com déficit passou de 138, em dezembro de 2025, para 184, em junho de 2026, alta de 33,3%. O déficit agregado, porém, cresceu em proporção bem menor, de R$ 20,9 bilhões para R$ 22,2 bilhões, avanço de 6,2%. No total geral, o sistema mantinha resultado líquido positivo de R$ 19,2 bilhões em junho. Devanir explica que essa diferença sugere que parte dos planos que passaram à condição deficitária apresenta desequilíbrios relativamente pequenos, mas também já é sinal da perspectiva de juros menores, diante da revisão das premissas atuariais. O jornal ouviu também algumas entidades e consultores, sendo que os assinantes podem ler a matéria na íntegra em  Fundos de pensão têm desafio de gerir R$ 700 bi em planos maduros | Finanças | Valor Econômico

​

A propósito, o mesmo jornal e também   a Folha de S. Paulo dizem hoje (16) terem economistas  piorado as projeções para o déficit primário do governo central e a dívida pública em 2026.

​

A mediana das expectativas para o déficit primário em 2026 passou de  R$ 52,27 bilhões,  em setembro. para R$ 53,05 bilhões , em outubro. 

 

Os assinantes podem ler as matérias na íntegra em  

Economistas elevam previsão de déficit em 2026 - 15/10/2026 - Economia - Folha

Mercado aumenta em R$ 777 milhões estimativa para déficit primário em 2026, mostra Prisma Fiscal | Brasil | Valor Econômico

​

Fontes:  Valor  +  Folha de S. Paulo  +

  

​

 

O longo prazo venceu na renda fixa em setembro

OBA

Os índices que acompanham títulos públicos de prazo mais longo tiveram os melhores retornos em setembro, conforme mostram os dados da Anbima. O destaque ficou com o IMA-B 5+, que acompanha as NTN-Bs com vencimento superior a cinco anos e registrou alta de 3,83% no mês, acumulando 8,85% em 2026. No consolidado, o IMA (Índice de Mercado Anbima), que reúne aqueles marcados a mercado, apresentou rentabilidade de 1,72% no mês e 10,11% no acumulado do ano.

​

"A boa performance dos ativos de maior prazo pelo segundo mês consecutivo sugere que o mercado já começa a incorporar a perspectiva de juros mais baixos no médio e longo prazo. Nesse contexto, os níveis atuais das taxas continuam oferecendo prêmios atrativos, especialmente nos vencimentos mais longos", afirma Marcelo Cidade, economista da Anbima.

​

Os ganhos observados em setembro não se concentraram apenas nas NTN-Bs mais longas. O IRF-M 1+, composto por títulos prefixados com prazo superior a um ano, avançou 2,41% no mês e acumula 8,81% em 2026. Já o IMA-B 5, que reúne as NTN-Bs com vencimento de até cinco anos, apresentou rentabilidade de 2,01% em setembro e soma 11,37% no ano, o melhor desempenho entre os subíndices do IMA em 2026.

​

Entre os ativos de menor prazo, o IRF-M 1, formado por títulos prefixados com vencimento de até um ano, avançou 1,09% no mês e acumula 2,43% no ano. Já o IMA-S, que reflete a carteira das LFTs marcadas a mercado, registrou alta de 1,06%, o menor desempenho mensal entre os subíndices, mas mantém retorno de 10,62% no acumulado de 2026.

 

Fontes:  Anbima  +

​

 

CandPrevic :  Entidades recebem alerta e orientação

​

A Previc alertou ontem as entidades sobre a necessidade de atualização de dados no sistema do Cadastro Nacional de Dirigentes (CandPrevic). As orientações compreendem a inserção de informações não registradas, pendentes desde janeiro último.

​

De forma imediata, as EFPC devem focar na atualização dos dados referentes à “Pessoa Física” de diretores e conselheiros. Especialmente nos campos: “Documentos”, “E-mails”, “Telefones”, “Endereços”, “Formação”, “Experiência Profissional” e “Certificado”. Entidades enquadradas nos segmentos S3 e S4 precisam atualizar, também, dados relativos aos mandatos dos membros dos conselhos deliberativo e fiscal. 

​

Caso a EFPC informe datas de mandatos coincidentes, como dois mandatos de conselheiros com períodos similares, para a mesma pessoa física, o sistema apresentará mensagem de erro. Desse modo, os campos “Data Inicial do Mandato”/ “Data Final do Mandato” devem ser preenchidos conforme previsto no estatuto. Por sua vez, os campos “Início de Exercício” / “Fim de Exercício” dizem respeito ao período em que o dirigente efetivamente exerceu a atividade.

 

Fontes:  Blog Abrapp em  Foco  +  Portal da Previc  +

​​

​

​

INSS estende telemedicina a 715 unidades

​

Ao todo 715 unidades do INSS ofereceram perícias médicas por telemedicina (videoconferência) entre julho e outubro últimos.  O segurado precisa ir atéo posto indicado do Instituto, que estará equipado com computador, câmera e conexão à internet, sendo que  o médico perito que irá atendê-lo poderá estar em outra localidade.

​

O procedimento inclui checagem de documentos de identificação, laudos, exames e relatórios médicos apresentados pelo segurado. 

​​​

Fontes:  Jornal  EXTRA  (RJ)  +  O Dia  (RJ)  + Jornal de Brasília  +

​

​

Cibercrime : vítimas de violação de dados já pagam custo médio de R$ 7,4 milhões

 

O custo médio pago pelas vítimas de uma violação de dados no Brasil atingiu o recorde de R$ 7,44 milhões em 2026. O valor representa uma alta de 3,5%. 

​

Tal resultado partiu de uma amostra de 42 organizações brasileiras, entre março de 2025 e fevereiro de 2026. Além disso, o levantamento indica que uma em cada quatro ações criminosas já conta com apoio de inteligência artificial (IA).Saiba mais lendo a matéria na íntegra em  Custo de vazamento de dados bate recorde no Brasil e chega a R$ 7,4 milhões - Estadão

​​​

Fontes:  TecMundo +

​​​

 

EFPCs mostram a sua força

 

15/10   -  Tradicionalmente realizada alguns dias antes de nosso maior evento anual, a entrevista coletiva concedida ontem pela ABRAPP à imprensa, tão perto da abertura do 47º CBPP, mostrou que os ativos das entidades fechadas de cresceram cerca de 82% em termos nominais nos últimos dez anos, passando de R$ 790 bilhões, em 2016, para R$ 1,438 trilhão em junho de 2026. O volume equivale atualmente a cerca de 11% do PIB brasileiro. 

​

“Quando olhamos uma série de dez anos, fica mais clara a dimensão que a previdência complementar fechada alcançou no Brasil. É um patrimônio formado para garantir benefícios no longo prazo, mas que também tem um papel relevante na economia brasileira. Esse crescimento mostra a solidez do sistema e, ao mesmo tempo, aumenta nossa responsabilidade de ampliar a cobertura e levar a proteção previdenciária a uma parcela maior da população”, afirmou Devanir Silva (foto), diretor-presidente da Abrapp.

​

A carteira de investimentos das EFPC somava R$ 1,362 trilhão em junho último, com uma concentração crescente em renda fixa. A modalidade representava 86,1% das alocações, ou seja  R$ 1,173 trilhão, ante 85,2% no encerramento de 2025, 82,9% em 2024 e 75,7% em 2021.

​

Do total aplicado em renda fixa, R$ 264,1 bilhões estavam em títulos públicos e R$ 900,7 bilhões em fundos de investimentos classificados no segmento. No sentido oposto, a participação da renda variável recuou de 15,8% da carteira em 2021 para 6,7% em junho de 2026. Ao final do primeiro semestre, eram R$ 91,3 bilhões nessa classe de ativos, dos quais R$ 55,7 bilhões aplicados diretamente em ações.

​

“A previdência complementar trabalha com horizontes de décadas, e isso exige disciplina na gestão dos recursos. A elevada participação da renda fixa reflete as condições atuais de mercado e a necessidade de buscar uma relação adequada entre retorno, risco e os compromissos de longo prazo dos planos. Mesmo em cenários de maior volatilidade, o foco permanece na segurança e na sustentabilidade dos benefícios”, afirma Devanir.

​

Ativos dos fundos de pensão podem chegar a R$ 1,51 trilhão em 2026, com resultado positivo de R$ 33 bilhões. Para o encerramento de 2026, a Abrapp estima que os ativos das entidades fechadas de previdência complementar possam alcançar R$ 1,51 trilhão. Para a rentabilidade, o Consolidado Estatístico trabalha com três cenários, que variam principalmente de acordo com o comportamento da renda variável: 11,70% no Cenário I, 14,00% no Cenário II e 14,77% no Cenário III.

​

No Cenário II, utilizado como referência pela Associação, a rentabilidade de 14% estaria associada a um superávit estimado em aproximadamente R$ 52 bilhões e déficit de R$ 19 bilhões, resultando em uma diferença positiva da ordem de R$ 33 bilhões. Nos demais cenários, essa diferença poderia variar entre R$ 28 bilhões e R$ 37 bilhões, acompanhando as diferentes hipóteses de rentabilidade da carteira.

​

A expectativa para o encerramento do ano reforça uma evolução que já aparece nos números do primeiro semestre. Em junho, 415 planos apresentavam superávit acumulado de R$ 41,4 bilhões, enquanto 184 registravam déficit de R$ 22,2 bilhões. Em 2024, os superávits somavam R$ 21,6 bilhões e os déficits, R$ 30,5 bilhões, indicando uma melhora relevante do quadro nos últimos dois anos.

​

Outro indicador da solidez do sistema é o índice de solvência dos planos de Benefício Definido (BD), que alcançou 102% em junho de 2026, considerando a média ponderada dos planos.

​

“Trabalhamos com diferentes cenários porque o comportamento dos mercados ainda pode influenciar os resultados até o final do ano. No cenário de referência, projetamos rentabilidade de 14%, ativos da ordem de R$ 1,51 trilhão e uma diferença positiva entre superávits e déficits próxima de R$ 33 bilhões. Somados ao índice de solvência acima de 100%, são números que demonstram a robustez e a maturidade alcançadas pela previdência complementar fechada, com entidades estruturadas, governança consolidada e gestão profissional de recursos destinados primordialmente ao pagamento de benefícios”, afirma Devanir Silva, diretor-presidente da Abrapp.

​

Os dados do primeiro semestre também mostram uma posição favorável no equilíbrio dos planos. Em junho de 2026, 136 EFPC, reunindo 415 planos, apresentavam superávit acumulado de R$ 41,4 bilhões. No mesmo período, 84 entidades, com 184 planos, registravam déficit de R$ 22,2 bilhões. Isso significa que, entre os planos registrados nessas duas situações, havia mais de dois planos superavitários para cada plano deficitário.

​

A evolução também é positiva na comparação histórica recente. O volume de superávits passou de R$ 21,6 bilhões em 2024 para R$ 38,3 bilhões em 2025 e R$ 41,4 bilhões em junho de 2026. No mesmo intervalo, os déficits recuaram de R$ 30,5 bilhões em 2024 para R$ 20,9 bilhões em 2025, situando-se em R$ 22,2 bilhões no primeiro semestre deste ano.

​

“Os números mostram uma evolução importante do sistema. Temos hoje um número significativamente maior de planos em situação superavitária e, quando olhamos para os déficits, observamos que a maior parte está concentrada em um grupo bastante reduzido de planos. É importante analisar essas situações individualmente, porque superávits e déficits refletem realidades atuariais específicas. O conjunto dos dados, no entanto, reforça a solidez e a maturidade alcançadas pela previdência complementar fechada”, afirma Devanir.

​

Sistema alcança 8,4 milhões de pessoas - Além da dimensão financeira, a previdência complementar fechada alcança aproximadamente 8,4 milhões de pessoas, considerando participantes ativos, dependentes e assistidos. São cerca de 3,27 milhões de participantes ativos, 4,21 milhões de dependentes e 873 mil assistidos.

​

Entre os participantes ativos, 63,56% são homens e 36,44% mulheres. A maior concentração está entre 35 e 54 anos: somados homens e mulheres, esse grupo corresponde a 57,15% dos participantes da amostra analisada. Entre os aposentados, 71,76% são homens e 28,24% mulheres. Já entre os beneficiários de pensão, a relação se inverte: 90,4% são mulheres e 9,6% homens.

​

A composição do sistema também revela diferenças entre as modalidades. Os planos de Contribuição Definida (CD) representam 47% dos planos e 47% da população, enquanto os planos de Benefício Definido (BD), apesar de corresponderem a 25% dos planos e 22% da população, concentram 54% dos ativos. Os planos de Contribuição Variável (CV) representam 28% dos planos, 31% da população e 30% dos ativos.

​

Em 2025, as entidades pagaram R$ 82 bilhões em benefícios. A aposentadoria programada teve valor médio mensal de R$ 8.261; a aposentadoria por invalidez, R$ 3.457; e as pensões, R$ 4.438.

​

“Temos milhões de brasileiros protegidos pelo sistema, mas ainda existe um contingente muito maior que está fora ou insuficientemente protegido. O Brasil convive hoje com essas duas realidades: de um lado, milhões de trabalhadores sem proteção previdenciária adequada e, de outro, um sistema de previdência complementar fechada sólido e maduro. Ampliar a cobertura é, ao mesmo tempo, uma agenda de inclusão social e de sustentabilidade econômica”, afirma Devanir.

​

“Não podemos discutir o futuro da Previdência apenas pelo lado da contenção de despesas. Precisamos olhar também para quem está fora do sistema e criar mecanismos capazes de incorporar esses trabalhadores. É justamente nesse ponto que a previdência complementar fechada pode oferecer uma contribuição relevante”, conclui.

​

Leia abaixo na íntegra  matérias e artigos que ampliam o conhecimento sobre o assunto

​

Previdência complementar fechada consolida equilíbrio com saldo positivo de R$ 19 bilhões em junho – Blog Abrapp Em Foco

Número de fundos de pensão com déficit volta a crescer, mas setor tem resultado positivo até junho | Finanças | Valor Econômico

Recursos de fundos de pensão devem somar R$ 1,51 tri em 2026, estima Abrapp

Informal se preocupa com aposentadoria, mas não contribui ao INSS, mostra pesquisa | Finanças | Valor Econômico

Trabalhadores de transporte de passageiros por aplicativo chegam a 1,2 milhão de pessoas no país | Agência de Notícias

Brasil atinge 1,2 milhão de motoristas por aplicativo; 74,5% não têm proteção previdenciária – Brasil 247

Uma Previdência para o novo mundo do trabalho - Gazeta Mercantil Digital

Pesquisa Abrapp: Trabalhadores reconhecem importância da previdência - Associated News Brazil

InvesTalk | Previdência privada quase dobra em 10 anos: onde está investido o dinheiro da aposentadoria?

Recursos de fundos de pensão devem somar R$ 1,51 tri em 2026, estima Abrapp

​​​

Fontes:  Tamer  Comunicação + Blog Abrapp em  Foco +  Valor  + Agência IBGE + Brasil 247 +  InvestTalk  +  Viva  +  Investidor Institucional  +  

 

​

Bancos não devem incluir expurgos inflacionários em correção de depósitos judiciais, decide STF

OBA

​​

15/10   -  O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por 7 a 2, que os bancos não precisam incluir os valores de expurgos inflacionários na correção monetária de depósitos judiciais. O entendimento fixado nesta quarta-feira, 14, vale para todo o Judiciário e pacifica milhares de processos que tramitam na primeira e na segunda instância.

​

Com isso, o Supremo derrubou entendimento de 2017 do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Na ocasião, o STJ estabeleceu que a correção dos depósitos judiciais deve incluir os expurgos inflacionários para preservar o poder de compra.

​

Leia as matérias na íntegra em

STF decide que bancos não devem incluir expurgos inflacionários em correção de depósitos judiciais - Estadão

STF afasta expurgos inflacionários na correção de depósitos judiciais

STF dispensa bancos de pagar correção extra em depósitos judiciais

STF decide que bancos não devem incluir expurgos em correção de depósitos judiciais

​

​

Fontes:  O  Estado de S. Paulo  +  Migalhas  +  Poder 360  + Correio do Povo (PR) +

​

​

​​

Fomento :  MEIs batem recordes

OBA

15/10   -  Pode ser importante para os formuladores das políticas de fomento da previdência complementar fechada saber que pesquisa do Sebrae revela que 92% dos microempreendedores individuais (MEI) estão atualmente em atividade. É o maior percentual da série histórica, 20 pontos percentuais acima de 2019.

 

Quase a metade deles (44%) está atuando há mais de cinco anos e a parcela de MEI com mais de 10 anos no mercado aumentou para 19%, também o maior resultado da série. 

​

Leia as matérias na íntegra em

Brasil bate recorde de microempreendedores individuais em atividade | ASN Nacional - Agência Sebrae de Notícias

Brasil tem recorde de MEIs em atividade | Monitor Mercantil

https://www.brasil247.com/empreender/brasil-registra-recorde-de-meis-em-atividade-com-92-dos-negocios-em-operacao/

 

Fontes:  Agência  SEBRAE  +  Monitor Mercantil  (RJ)  +  Brasil 247  +

​​

​

RH :  nova validação de CPFs no eSocial pode travar a folha

OBA

15/10   -  Para profissionais de  Recursos Humanos e Departamento Pessoal, a palavra “rejeição” no eSocial costuma causar preocupação. E uma nova Nota Técnica (NT) promete elevar o nível de exigência na qualidade dos dados cadastrais, transformando pequenos erros do passado em dores de cabeça no fechamento da folha.

Software de RH.

​

A partir de novembro de 2026, a Receita Federal do Brasil (RFB) ampliará a validação dos CPFs de dependentes. Não basta mais ter um formato válido; o eSocial fará a verificação na base da Receita. Para empresas que não se anteciparem, o impacto pode ser direto.  O texto pode ser lido na íntegra em  Como a nova validação de CPFs no eSocial pode travar a folha de pagamento - Mundo RH

​

Fonte:  Mundo RH  +

​

​​

​

​

bottom of page