
Sexta-feira, 17 de julho
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
através dos links fornecidos ao final para leitura na íntegra, sendo que
algumas das publicações requerem assinatura para ter acesso.
Publicação sem caráter comercial e de natureza
puramente associativa.
Editor: Jorge Wahl. Digital: Tom Cândido.
apoio

---
Saúde: Um
novo cenário
​​​​​​
Fatia de mercado da autogestão caiu de
17,2% para 8,6% nas últimas duas décadas
​
O mercado de planos de saúde no Brasil passou por uma transformação nos últimos 25 anos. Entre 2000 e 2025, o número de beneficiários de planos médico-hospitalares saltou de 30,9 milhões para 52,6 milhões – crescimento de aproximadamente 70%. Mas mais do que o volume, o que mudou foi a composição desse setor: medicina de grupo, cooperativas médicas e seguradoras registraram crescimento, enquanto a autogestão diminuiu participação no mercado, segundo o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), com dados de janeiro de 2026.
​
Vale lembrar que é através da autogestão que mais de duas dezenas de nossas entidades fechadas atuam na área da saúde, geralmente por atribuição de suas patrocinadoras.
​O número de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares no Brasil alcançou 53 milhões em janeiro de 2026, crescimento de 2% em relação a janeiro de 2025, o que representa 1 milhão de vínculos adicionais no período de 12 meses.
Na análise de 25 anos do setor, medicina de grupo apresentou a maior expansão, passando de 11,8 milhões de beneficiários em 2000 para 21,1 milhões em 2025, consolidando-se como a principal modalidade do mercado: sua fatia de mercado subiu de 38,1% para 40%.
As cooperativas médicas também registraram crescimento, passando de 7,8 milhões para 18,8 milhões de beneficiários no mesmo intervalo. Já as seguradoras especializadas em saúde ampliaram o número de beneficiários de 4,9 milhões para 7,1 milhões entre 2000 e 2025. Entre 2019 e 2025, esse segmento cresceu 18,3%, alcançando 7,1 milhões de vínculos. Em janeiro de 2026, a variação anual foi de 8,6%, a maior entre todas as modalidades.
Por outro lado, a autogestão reduziu participação no mercado, caindo de 17,2% para 8,6% ao longo das últimas duas décadas. Em janeiro de 2026, a queda anual foi de -1,5%, com diminuição de 69,8 mil beneficiários. A filantropia também perdeu participação relativa, passando de 3,7% para 2,1% do mercado entre 2000 e 2025, embora registrasse leve alta de 0,8% no último ano.​​
​
​
Mercado de planos de saúde
agora cresce timidamente
​
O crescimento do mercado de planos de saúde está arrefecendo, após um longo período de forte incremento.
​
Em 2026, até maio, verificou-se um aumento de tão somente 0,2%, o equivalente a adição de apenas 91,4 mil pessoas cobertas pelos planos. Nos primeiros 5 meses dos últimos anos pós ´pandemia o mercado se acostumou a um crescimento de até 2,8% e que nunca ficou abaixo de 1,4%. Os assinantes do jornal podem ler a matéria na íntegra em Mercado de plano de saúde desacelera, após cinco anos de expansão | Empresas | Valor Econômic
Oba
Fontes: IESS + Valor +​​
​​​
​
Falhas no atendimento acabam levando gestantes a optar pela cesariana
​Oba
Para dirigentes de entidades fechadas que atuam na área da saúde pode ser interessante saber que 7 em cada 10 grávidas ao iniciar a gestação manifestam a intenção de dar à luz por parto normal, mas acabam optando pela cesárea por não receberem as informações necessárias.
​
É que estudo da UNICEF mostra que muitas mulheres chegam ao pré-natal favoráveis ao parto normal, mas recebem explicações superficiais sobre as etapas do trabalho de parto, as formas de alívio da dor e as situações em que uma cesariana é necessária. A falta de orientação detalhada amplia a insegurança e abre espaço para relatos negativos, pressões familiares e decisões tomadas sob estresse.
​
O medo da dor é um dos fatores mais relevantes identificados pelo levantamento. Em serviços onde a analgesia obstétrica é pouco disponível, incerta ou apresentada como excepcional, algumas gestantes passam a considerar a cesariana a única forma previsível de evitar sofrimento intenso. Nesse cenário, o parto normal deixa de ser percebido como alternativa acompanhada e segura.​​
Oba
Fontes: Gazeta Mercantil +
​
​​​​
Protocolado na Câmara Projeto de Lei que institui micropensões para trabalhadores de apps
​
O deputado federal Tadeu Veneri (PT-PR), presidente da Frente Parlamentar Mista pelo Fortalecimento das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), protocolou nesta quinta-feira (16) o Projeto de Lei Complementar (PLP) 214/2026, que institui o marco legal das micropensões.
​
O PLP promove a inclusão previdenciária de trabalhadores autônomos, informais, microempreendedores individuais e trabalhadores vinculados a plataformas digitais. A proposta vem na sequência da apresentação feita pelo Diretor-Presidente da Abrapp, Devanir Silva, em audiência pública da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, defendendo um modelo de micropensões para incluir trabalhadores de aplicativo na previdência complementar.
​
A proposta é inserir as micropensões diretamente no núcleo do regime jurídico da previdência complementar, alterando a Lei Complementar nº 109/2001, em vez de tratá-las como uma política isolada de microcrédito, criando uma nova modalidade de plano de benefícios. O projeto prevê contribuições periódicas ou esporádicas de valor livre, adesão facultativa e possibilidade de aportes de terceiros, como plataformas digitais, contratantes ou tomadores de serviço, sem que isso configure vínculo empregatício ou altere a natureza da relação entre as partes.
​
O texto também amplia o rol de trabalhadores elegíveis a participar de EFPCs, hoje restrito a empregados de patrocinadoras e associados de instituidores, para incluir autônomos, informais, microempreendedores individuais e trabalhadores de plataforma. ​​
Oba
Fontes: Blog Abrapp em Foco + Investidor Institucional +
​​​
​
​
Morre Elza Berquó. pioneira no estudo da demografia
​Oba
Aos 100 anos, morreu ontem (16) a matemática, estatística e, principalmente, demógrafa brasileira Elza Salvatori Berquó . Sua influência em diferentes campos de pesquisa tende a permanecer forte por muitos anos, diz jornal hoje ao publicar a notícia de seu falecimento.
​
Além de publicar pesquisas relevantes, especialmente sobre a vida das brasileiras, Berquó teve participação decisiva na abertura de instituições de estudo e pesquisa, como o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), em 1969, e o Nepo (Núcleo de Estudo de População), da Unicamp, em 1982. Em 1966, fundou na USP o primeiro núcleo oficial de formação em demografia do país, o Cedip (Centro de Estudos de Dinâmica Populacional). ​
Oba
Fontes: Folha de S. Paulo + O Estado de Minas + O Globo + Rádio CBN +
​​
​​
Email malicioso engana agentes de IA para invadir PCs
Oba
Numa época de tantas ameaças à segurança cibernética cabe saber que um grupo de pesquisadores detalhou como agentes de inteligência artificial, como o OpenClaw, escondem uma importante falha na forma de trabalhar.
A partir de um único e simples email, é possível enganar esses agentes por meio de comandos ocultos. O estudo chegou a criar uma ferramenta chamada de MemGhost, que possibilita os ataques de manipulação. A ameaça se concretiza quando texto malicioso é inserido em um ambiente de IA. Esse código é capaz de assumir o controle das ações do assistente sem que o dono da conta perceba e então começar a lhe dar ordens ocultas. A matéria pode ser lida na íntegra em Email malicioso engana agentes de IA para invadir PCs de usuários | Seguranca
​
E de uma outra fonte chega a notícia de que o Brasil celebra, pela primeira vez, nesta sexta-feira (17), o " Dia Nacional da Proteção de Dados ". Instituída pela Lei nº 15.254, sancionada em novembro de 2025, a data foi criada para promover a cultura da proteção de dados pessoais no país e homenageia o professor Danilo Doneda, um dos idealizadores da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
Oba
Fontes: Tec Mundo + Olhar Digital +
​
​
INSS: Comissão da Câmara aprova adicional de 5% na aposentadoria para mulher com filho
Oba
A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante adicional de 5% na aposentadoria ou pensão da mulher que tenha filho. O percentual é limitado a até três filhos —pode chegar, poprtanto, a 15%— e vale apenas para seguradas do INSS.
​
A proposta tem caráter conclusivo, o que significa que não é necessário ser aprovada em plenário, mas ainda precisa ser analisada em outras três comissões.​​
Oba
Fontes: Folha de S. Paulo + EXTRA (RJ) + O Globo + Jornal de Brasília +​​​​
​
​​​
​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​Leia aqui algumas das matérias na íntegra em​
​​
INSS: aposentadoria da mulher pode ter adicional de 5% - 16/07/2026 - Economia - Folha
Morre a demógrafa Elza Berquó, referência em estudos populacionais
Morre aos 100 anos Elza Berquó, pioneira da demografia no Brasil
Morre Elza Berquó, uma das pioneiras da demografia no país - 16/07/2026 - Cotidiano - Folha
