
Segunda=-feira, 26 de outubro
Só informações estratégicas de interesse dos dirigentes de fundos de pensão. Aqui o leitor encontra a essência, para se informar melhor deve buscar a notícia completa nas fontes primárias apontadas
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Sua Excelência
o cliente
Mudou muito a forma de se relacionar com o participante.
Dizia ontem, domingo, o jornal O Estado de S. Paulo que o mercado financeiro passa por uma transformação com a chegada da IA. Por um lado, a tecnologia acelera processos de desenvolvimento de produtos e pode reduzir custos. Por outro, a maior disponibilidade de informações trazidas por plataformas pode ajudar a encontrar as melhores soluções quase que individualmente para as diferentes demanda.
Já hoje, segunda-feira (26), traz o Valor Econômico notícia que tem como personagem uma organização semelhante às nossas entidades fechadas em sua natureza não lucrativa e da mesma forma tem como tema o engajamento dos colaboradores. A ideia da Sicredi, uma cooperativa, é estender aos funcionários o mesmo clima amistoso que caracteriza a relação com os cooperativados. Parece até discurso de dirigente de fundo de pensão: César Bochi, diretor-presidente do Sicredi, afirma que o modelo de negócio não prioriza a rentabilidade de acionistas, mas o bem-estar e a satisfação do associado. Registra o jornal que o modelo cooperativo está na base da forma como o Sicredi conduz seus negócios e orienta a gestão de pessoas. Com mais de 10,5 milhões de associados e presença em mais de 2 mil municípios brasileiros, o sistema reúne 99 cooperativas de crédito, cinco centrais e um centro administrativo. A mesma lógica que coloca o associado no centro da operação serve de referência para as relações com os colaboradores e as práticas de gestão de pessoas, guiando políticas internas e práticas de desenvolvimento.
Aliás, as transformações pelas quais passam os mercados e como as entidades fechadas podem lidar com elas foram temas nas últimas horas do 47º Congresso Brasileiro da Previdência Privada - CBPP.
Entre tantas transformações pelas quais diferentes mercados estão passando, muito provavelmente a forma de tratar e se relacionar com os clientes, no nosso caso os participantes dos planos que administramos, é uma das mais impactantes. E colocar luz sobre o tamanho desse impacto foi justamente o foco no final da manhã da última sexta-feira da Plenária 3, já perto do encerramento do 47º CBPP, voltada para o tema “ A Experiência do Cliente no Centro da Estratégia” .
Todos eles especialistas que logo chegaram a um primeiro consenso : a primeira preocupação deve ser conhecer de perto o cliente e transformar tal conhecimento em estratégias.
“Estamos falando de um conhecimento efetivo, bastante próximo, e para isso ouvindo não só os participantes felizes, mas especialmente os que estão saindo do plano, porque estes tendem a ser mais sinceros em suas avaliações”, apontou Denise Maidanchen, CEO da Quanta Previdência.
Afinal, ensinou Euriale Voidela, Presidente da AIESC – Associação Internacional de Experiência e Sucesso do Cliente e CEO da Customer Centric Consulting, o risco de algo dar errado não é pequeno. “Especialmente em jornadas longas mesmo clientes satisfeitos podem tomar a decisão de ir embora”. O que significa dizer que para as organizações não basta fazer pesquisas de satisfação.
Por isso mesmo não basta ouvir o cliente uma vez, é preciso repetir ao longo da jornada, mesmo porque a cabeça e suas demandas mudam com o desenrolar da vida.
Nesse ponto Gelson nota que, na busca por saber mais acerca do participante, uma boa ideia pode ser talvez a entidade bater à porta da patrocinadora do plano, certamente detentora de informações úteis.
Detalhe importante , observa Euriale : reunir tanta informação não é pouco esforço e para render bons resultados não deve ser tarefa de uma única área da entidade. É algo a ser compartilhado.
Leia as matérias na integra em
Fontes: O Estado de S. Paulo + Blog Abrapp em Foco + Valor +
Na Ásia idosos já contratam "filhos de aluguel" para combater a solidão
A chamada "epidemia da solidão", reconhecida pela Organização Mundial da Saúde, deu origem a uma série de novos contratos de prestação de serviço baseados no convívio social e no alívio do isolamento. Em países do leste asiático, já é possível pagar pela companhia de jovens que desempenham papéis antes restritos aos familiares, amigos e até namorados.
Na China, um serviço de "filhos comunitários" inclui visitas, reparos simples em casa, entrega de marmitas e compartilhamento de refeições, além de conversar com clientes que frequentemente não têm outras pessoas a quem recorrer. A oferta é mais popular entre idosos que vivem sozinhos, sem filhos que morem perto e, com frequência, viúvos.
Fonte: CNN +
BC propõe alterações nas plataformas de investimentos
O Banco Central (BC) colocou em consulta pública nesta sexta-feira uma proposta que muda a forma como plataformas de investimento e demais instituições financeiras são remuneradas pela venda de títulos emitidos por bancos, como os Certificados de Depósito Bancário (CDBs).
Pela minuta de resolução conjunta, parte da remuneração que os distribuidores recebem dos emissores terá de ser paga de forma diferida, ao longo do tempo, e as parcelas ainda não pagas poderão ser revertidas. O texto também obriga as instituições a informar ao cliente os riscos do emissor e do produto desconsiderando a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Os interessados podem ler as matérias na íntegra em
BC propõe regra para venda de título bancário | Finanças | Valor Econômico
Fontes: O Globo + Money News + Valor +
MEI ameaça cada vez mais a Previdência
O Congresso aprovou muito recentemente o aumento do teto de faturamento do MEI —de R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027, e para R$ 140 mil em 2028— e autorizou a contratação de até dois empregados por esse tipo de empresa (um a mais do que o previsto na lei atual), além de inúmeras promessas surgidas nas últimas semanas. A tendência é que isso venha a cobrar um preço.
"O MEI, ao substituir empregos com carteira, está precarizando o mercado de trabalho brasileiro, com graves danos ao financiamento da Previdência Social, pelo uso da pejotização como forma de evasão da contribuição patronal, ampliando os desequilíbrios financeiros e atuariais de um regime já pressionado pelo envelhecimento populacional", alerta o pesquisador Rogério Nagamine, ex- subsecretário do RGPS (Regime Geral da Previdência Social) do Ministério da Previdência, ouvido pela Folha de S. Paulo .
Nagamine já tinha chamado atenção para o agravamento, no ano passado, quando publicou um estudo pelo Observatório de Política Fiscal do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas), que apontava que o MEI havia contratado um déficit atuarial nas contas da Previdência de R$ 711 bilhões. Os assinantes podem ler a matéria na íntegra em Foco de Lula e Flávio Bolsonaro, MEI precisará de ajuste - 24/10/2026 - Economia - Folha
O jornal EXTRA, do Rio de Janeiro, também traz hoje o assunto e a matéria pode ser lida na íntegra em Prospera MEI entrará em vigor na virada do ano, com perdão de dívidas
Fontes: Folha de S. Paulo + EXTRA +